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Guia completo sobre os tipos de peixes de água doce para criar

Modificado em: maio 31, 2023

Existem inúmeros tipos de peixes de água doce, que integram aproximadamente 2500 espécies encontradas nos 5,5 milhões de hectares de reservatórios do Brasil. Enquanto alguns são criados exclusivamente para a pesca esportiva, outros são destinados ao consumo e muito apreciados na culinária do país. De fato, a piscicultura representa uma ótima oportunidade de negócio e tem forte tendência de crescimento nos próximos anos.

Segundo uma entrevista concedida pelo presidente da Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR), Francisco Medeiros, ao canal “O Presente Rural“, nos últimos anos foi observado um crescimento significativo da atividade, em especial na criação do Tambaqui e da Tilápia, e com previsão de aumento ainda maior da tilapicultura em função do desenvolvimento das cooperativas brasileiras que atuam no interior do país.

Os tipos de peixes de água doce são categorizados por grupos ou famílias, conforme especificidades como características, local onde são encontrados e hábitos alimentares. Por isso, antes de iniciar um projeto nesse segmento, como criar peixes orgânicos, você precisa conhecer as espécies e suas demandas de criação.

Neste artigo, destacamos informações relevantes sobre os tipos de peixes de água doce como o Pintado, Pirarucu, Traíra, Tucunaré, Tilápia,Tambaqui, Pacu, Pirarara, Dourado e Lambari. Vamos lá?

1. Pintado (Pseudoplatystoma corruscans)

O pintado é uma espécie muito conhecida entre os brasileiros. Tem o couro de coloração cinza em maior ou menor grau de tonalidade coberto por grandes manchas escuras distribuídas regularmente em seis a oito fileiras da margem posterior do opérculo à cauda. Além disso, a lateral do seu corpo apresenta barras verticais claras, em um tom ligeiramente creme, nadadeiras com espinhos e barbatana adiposa contendo até 10 manchas.

A espécie pode alcançar até 1 metro de comprimento. Vive em rios e lagos especialmente nas regiões sudeste e sul do país, nas bacias do Rio São Francisco, Paraná e Prata, por exemplo. O peixe tem hábitos alimentares carnívoros, por isso se alimenta de espécies menores. Vive em calhas de rios, corixos e vazantes sob camalotes, também são encontrados em poços junto a barrancos verticais e nas margens — apenas no período noturno.

2. Pirarucu (Arapaima gigas)

Os pirarucus são possivelmente os maiores peixes de água doce do mundo — podem atingir até 200 quilos e 3 metros de comprimento. No entanto, tamanhos de 90,7 quilos até 2,5 metros de comprimento são mais comuns.

Eles têm cabeças largas e ossudas, bocas voltadas para cima, corpos aerodinâmicos com uma barbatana dorsal que se estende ao longo das costas em direção às caudas maciças e de aparência atarracada. Têm o corpo preto com o centro branco, cabeça verde-acobreada e caudas vermelhas — o seu nome vem do tupi e significa “peixe vermelho”.

Quando os rios transbordam, os peixes ficam dispersos na floresta circundante em áreas remotas, muitas vezes de vegetação abundante e baixos níveis de oxigênio na água. A maioria das espécies não sobrevive a esse ambiente, mas o Pirarucu tem guelras pequenas e uma bexiga natatória modificada que se abre na boca, atuando como um pulmão sobressalente que garante a sua sobrevivência por mais 24 horas nessas condições.

O pirarucu é encontrado no Brasil, Peru e Guiana. Eles vivem nos rios lentos e tipicamente deficientes em oxigênio da planície de inundação da bacia do Rio Amazonas. Alimentam-se de peixes, mas também de frutas, sementes, insetos, pássaros e pequenos mamíferos encontrados na superfície da água. Suas línguas e dentes ossudos e afiados, combinados com os dentes do céu da boca, permitem debilitar e retalhar suas presas.

Durante a estação seca, entre fevereiro e março, essa espécie deposita milhares de ovos em ninhos com cerca de 70 centímetros de comprimento e 25 centímetros de profundidade, escavados na areia por meio de suas nadadeiras. Os ovos eclodem entre outubro e novembro, o que permite aos alevinos, mesmo protegidos pelos machos, de recolherem seus alimentos. O pirarucu pode viver até 20 anos e a sua maturidade sexual é atingida após cerca de 4 ou 5 anos de idade.

3. Tambaqui (Colossoma macropomum)

Os tambaquis são peixes altos e estreitos em forma de disco ou prato. Essa forma corporal os torna bem-adaptados para o movimento entre as plantas aquáticas. Eles têm olhos pequenos e costas arqueadas. O corpo é escuro embaixo e mais claro na parte superior, chegando a ter uma tonalidade quase parda. Isso é incomum em animais aquáticos, que geralmente exibem o oposto, pois ajuda na camuflagem.

A espécie pode atingir um metro de comprimento e pesar mais de 25 quilos. Entretanto, já foram encontrados exemplares com até 45 kg, embora atualmente a sobre-pesca impeça que os peixes alcancem esse porte.

Os tambaquis comem especialmente frutas, mas também são generalistas e incluem em sua alimentação sementes, folhas, plâncton, caracóis, insetos, cocos, grãos, minhocas e matéria vegetal em decomposição.

Como é um peixe reofílico, o tambaqui procria com a piracema, subindo a correnteza mais de mil quilômetros entre os meses de agosto e dezembro. Os alevinos vivem dentro de vegetação flutuante nas águas negras da bacia do rio Amazonas, mas também são encontrados na região sudeste. Depois de adultos, podem viver ainda cerca de 15 anos.

4. Tilápia (Tilapia rendalli)

A tilápia é outro peixe muito apreciado na culinária do país, sendo o segundo mais consumido no mundo. Foram trazidas da África para o Brasil e atualmente são encontradas em rios, represas e tanques espalhados por todo o país, desde a Amazônia até o Rio Grande do Sul.

Tem um corpo escamado, alto e comprimido. A sua coloração é verde-escuro chumbo e tem um porte médio, com de 60 centímetros de comprimento e 3 quilos. Suas nadadeiras dorsais são espinhosas, enquanto a caudal é arredondada.

A espécie tem hábitos alimentares generalistas: embora sejam onívoros, também consomem insetos, ovos ou alevinos de outros peixes. A temperatura ideal da água para a sobrevivência e plena reprodução das tilápias é entre 26º e 28 º C. Entretanto, elas podem viver em águas mais frias, desde que não tenham temperaturas inferiores a 12 º C.

Eles preferem viver mais próximos às margens de bacias em que a água tem pouca correnteza e o verão é a melhor época para pescá-las com uma grande variedade de iscas.

5. Traíra (Hoplias malabaricus)

A traíra também é um dos tipos de peixes de água doce muito consumidos no Brasil. De cor negra no dorso e parda nas laterais, a espécie tem um mancha branca no abdômen e algumas manchas escuras pelo corpo. Tem um tamanho médio de 60 centímetros e pode alcançar até 3 quilos.

Ele habita as áreas mais escuras dos rios de águas mais quentes — é comumente encontrado em bacias com temperatura acima de 18ºC. A melhor época para a pesca da espécie é o alto verão no Brasil: entre os meses de dezembro e março.

Como é um animal carnívoro, alimenta-se de pequenos peixes, anfíbios e insetos. Isso é possível devido a uma dentição afiada e altamente cortante, entretanto, essa característica torna a espécie uma pária na piscicultura, já que a sua dieta também é baseada em alevinos.

6. Pacu (Piaractus mesopotamicus)

Um pacu pode chegar a 88 centímetros de comprimento e pesar até 25 quilos, podendo ser encontrado em profundidades de até 8 metros. Tem um corpo profundo e comprimido lateralmente, com lados prateados que se tornam mais escuros próximo ao dorso. Além disso, essa espécie tem barbatanas uniformemente escuras.

A vida do pacu é caracterizada por ciclos anuais correspondentes às estações chuvosa e seca. Eles migram nas primeiras chuvas e desovam na seca. Todas as espécies de pacu são conhecidas por serem capazes de se ajustar às condições ambientais desfavoráveis, como o esgotamento dos níveis de oxigênio.

A espécie pode ser encontrada dentro e ao redor de várzeas ou em cabeceiras, o que depende da riqueza de alimentos no local, mas avançam para os cursos de água principais à medida que crescem, desde que a água tenha temperatura média de 26 ° C.

Assim como outros caracídeos, o pacu tem uma pequena barbatana adiposa não traçada entre as barbatanas dorsal e caudal, além de escamas modificadas bem pontiagudas no abdômen, dentes duros e achatados, usados ​​para esmagar sementes e nozes.

Durante a estação chuvosa, eles consomem as sementes dos frutos recém-caídos das árvores e plantas ribeirinhas, o que auxilia o crescimento e desenvolvimento do habitat amazônico e a dispersão de sementes. Entretanto, durante as cheias, o peixe consome sementes e nozes das árvores, e plantas das margens.

A desova do pacu ocorre durante a estação chuvosa: as fêmeas espalham ovos adesivos e a fertilização ocorre externamente. Embora abandonem os ovos, os pais criam esconderijos para dificultar a predação da espécie. Quando jovens, eles imitam a “prima” piranha, pois adquirem manchas cinza-escuras e pretas que também evitam ataques de predadores na idade vulnerável.

À medida que o peixe envelhece e ultrapassa o tamanho de uma piranha média, as manchas desaparecem. Eles atingem a maturidade sexual por volta dos 3 anos de idade.

7. Pirarara (Phractocephalus hemioliopterus)

Também conhecido como peixe-aranha, peixe-gato ou bagres de cauda vermelha, essa espécie de água doce é comumente encontrada na Região Norte do Brasil. O peixe pode atingir 1,5 metros de comprimento e pesar até 82 quilos, o que o torna um peixe de caça muito requisitado.

Eles têm uma cabeça larga e bigodes longos, dorso escuro e uma barriga branca que se estende da boca à barbatana caudal. A cauda é vermelha e, por vezes, as barbatanas dorsal, pélvica e anal também são vermelhas. Além disso, a Pirarara tem uma boa visão, tato e olfato: seus bigodes têm células de recepção química que auxiliam seus sentidos.

A espécie se comunica por meio de um som característico que alerta os demais sobre perigos potenciais. Alimentam-se de outros peixes, crustáceos e frutas caídas no período da tarde até a noite, permanecendo imóveis durante o dia. São habitantes do fundo dos rios e se movem bem devagar. Além disso, eles se reproduzem por meio de fertilização externa após a postura dos ovos.

8. Dourado (Salminus brasiliensis)

O dourado é famoso na pesca esportiva, mas comumente é levado como um troféu, pois é um dos maiores peixes encontrados na região pantaneira — pode medir até 1,5 metro de comprimento —, além de ser um dos mais bonitos.

Eles têm a cor amarela dourada, com um padrão regular de escalas tonais pretas que formam finas linhas longitudinais ao longo do corpo. Têm barbatanas muitas vezes vermelhas e uma faixa preta na cauda. O tom amarelo-ouro fica mais evidente com o envelhecimento da espécie, entretanto, quando jovens têm a cor prata.

A mandíbula do Dourado é extremamente forte, por isso são conhecidos como bons lutadores. O peixe ainda tem duas fileiras de dentes cerrados, a visão e o olfato bem-desenvolvidos. Essas características são imprescindíveis para que a espécie realize a caça de suas presas — estão no topo de sua cadeia alimentar e alimentam-se de espécies menores —, que ocorre sob as árvores caídas ou outras obstruções subaquáticas.

Além disso, a espécie tem um comportamento solitário do tipo migratória: move-se nos sistemas fluviais conforme as estações, a temperatura da água e a disponibilidade de alimentos. As fêmeas do Dourado atingem a maturidade sexual por volta dos 4 ou 5 anos de idade, momento em que participam da desova anual na piracema — percorrem uma distância total de cerca de 400 km e uma distância média diária de 15 km.

Eles ocupam uma variedade de ambientes de água doce — Pantanal, bacias dos rios Amazonas, Paraná e São Francisco. Algumas espécies também são encontradas no rio Paraguai e nas bacias de Santiago e Magdalena do Equador e na Colômbia. São peixes de crescimento lento e podem viver em um período superior a 15 anos.

9. Lambari (Astianax spp)

Lambari é um nome que compreende vários tipos de peixes de água doce do gênero Astyanax. São bem pequeninos, de tamanho até 15 centímetros de comprimento. São totalmente prateados, mas as suas nadadeiras apresentam cores variadas, entre os tons vermelho, amarelo e preto.

Além de serem muito consumidos, eles são utilizados como iscas para peixes de maior porte. São peixes onívoros e detritívoros, pois alimentam-se de detritos e sedimentos, como restos de frutos, sementes, vegetais aquáticos, escamas e insetos.

10. Tucunaré

O tucunaré também é a denominação de várias espécies, com hábitos e características distintas mas também semelhanças, como a mancha na cauda e a protuberância da mandíbula e da cabeça.

Ele também é predador e um exímio lutador: alimenta-se de outros peixes menores e insetos aquáticos, defende o seu espaço e é conhecido pelo seu cuidado parental, já que faz ninhos e cuida dos filhotes até que alcancem uma idade segura para se tornarem independentes. Veja as características de cada espécie de Tucunaré a seguir.

Tucunaré Borboleta (Cichla orinocensis)

O tucunaré borboleta é de cor amarelo ouro e esverdeado, tem uma mancha na cauda semelhante a um olho, que afugenta os seus predadores. É diferente das demais espécies porque apresenta três ocelos no corpo. Chega a medir até 60cm de comprimento e a pesar até 4 quilos.

Alimenta-se de plâncton, pequenos peixes, insetos, crustáceos e anfíbios. No período de reprodução apresentam uma protuberância de cor escura entre a cabeça e a nadadeira dorsal, uma reserva de gordura que ajuda na alimentação durante o cuidado dos filhotes e desaparece aos poucos depois da desova.

São mais facilmente encontrados na Bacia Amazônica, não sendo uma espécie migratória. Durante a seca ficam em lagoas marginais, nas cheias ficam nas várzeas, remansos e igapós. Preferem águas com alimentação abundante e mais quentes, com temperaturas entre 24 a 28º C graus.

Tucunaré Azul e Tucunaré Açu (Cichla sp)

O Tucunaré-azul assim como o Tucunaré Açu pode chegar a 5 quilos e medir mais de 80 cm de comprimento. O seu corpo é alto e alongado. É mais facilmente identificado por um conjunto de espinhos duros presentes em sua linha lateral e na porção anterior da nadadeira anal.

Essa parte espinhosa progride em seu comprimento até o 5º espinho e depois diminui até o bordo da dorsal ramosa, alcançando uma altura maior que o restante do corpo.

Também é cuidadoso com as suas crias, o que permite a reprodução da espécie em larga escala. Tem um hábito alimentar variável, que abrange o consumo de plâncton, larvas de insetos, pequenos peixes, camarões, vermes, insetos, minhocas e anfíbios.

É uma espécie é territorialista, que defende o seu espaço a qualquer custo. Os machos têm uma protuberância avermelhada entre a cabeça e a nadadeira dorsal que, assim como o Tucunaré Borboleta, desaparece com a desova.

Os ovos são aninhados e a eclosão ocorre entre três a quatro dias. Os alevinos são guardados na boca dos pais, que alimentam-se da gordura presente na protuberância durante vários dias. A espécie também não é migratória e são originários das Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins.

A espécie é nativa da Bacia Amazônica, mas também está presente nas bacias do Prata e de São Francisco, assim como represas e açudes particulares. Habitam locais diferentes conforme a época do ano, sendo mais facilmente encontrados em locais de água parada, nas calhas dos rios mais calmos, entre galhos e troncos submersos ou caídos, em pequenas ilhas formadas pelas pedras e barrancos nos quais a água é mais quente. São peixes diurnos e podem ser capturados somente a partir de 35 cm de comprimento.

Tucunaré Paca (Cichla temensis)

O Tucunaré Paca também tem um corpo alongado e escamoso. Os exemplares adultos podem chegar a 1 metro de comprimento. É muito colorido, tem manchas pretas verticais ou pintas brancas distribuídas de forma regular pelo dorso, mas todos têm o ocelo no pedúnculo caudal.

São facilmente encontrados nas Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins, Prata e São Francisco, em algumas áreas pantaneiras e de açudes nordestinos.

Eles têm hábitos diurnos, não são migratórios e são muito territorialistas, vivendo principalmente na margem dos rios. Alimentam-se principalmente de pequenos peixes e camarões e não desistem de uma captura até que consigam pegar a presa — o que os torna uma excelente opção para a pesca esportiva.

11. Surubim Chicote / Bargada (Sorubimichthys planiceps)

O Surubim tem uma cabeça grande e achatada, seis barbilhões que aumentam a sua capacidade de tato na busca por alimentos e uma boca capaz de abranger grandes presas. Tem um corpo fino, roliço, alongado, de cor cinza e manchas pretas, mas com áreas claras internas entre as nadadeiras.

É uma espécie veloz e de hábitos noturnos: ataca a presa nas margens e as carrega até o fundo do rio para terminar a refeição. Se reproduz na piracema na época das cheias, mas tem como ambiente o fundo do leito dos rios de águas barrentas, bancos de areias, matas inundadas e matupás. Apesar das especificidades, a espécie pode ser criada de forma confinada ou solta. A temperatura ideal da água para a criação do Surubim encontra-se entre 26 e 30ºC.

Como você pode ver, existem inúmeros tipos de peixe de água doce para criar. As variáveis que devem ser consideradas abrangem o nível de aceitação do mercado local, a facilidade de adaptação ao ambiente e de reprodução, seja de forma natural, seja por meio do uso de hormônios.

Além disso, é preciso analisar o ciclo de vida do peixe, para calcular o consumo e a relação entre custo e benefício da criação. Ter um bom crescimento em cativeiro é essencial para minimizar a resistência da espécie quanto ao manejo intensivo, assim como a ocorrência de possíveis doenças.

Portanto a piscicultura exige uma boa qualidade da água, que deve ser livre de agentes nocivos e contaminantes. A água dos reservatórios precisa ser constantemente renovada para minimizar a competitividade dos peixes por espaço, alimento e oxigênio.

O solo para a criação de peixes em tanques é outro fator imprescindível: os mais argilosos são melhores, pois são menos permeáveis, o que reduz as perdas de líquido para as camadas mais profundas (percolação).

As características que tornam uma espécie altamente comercial são a cor, a textura e o sabor da carne, o valor comercial, a possibilidade de conservação do peixe, a facilidade de consumo de alimentos como ração e a versatilidade do preparo. Muitos consumidores priorizam espécies com menos espinhas, as que mais se destacam são o pintado, a pirara, o tucunaré, a tilápia, o robalo, o cação e o badejo.

Além dos tipos de peixes de água doce existem as espécies marinhas que representam grande potencial para a piscicultura nacional.

Agora que você já sabe quais são as principais espécies de peixes de água doce, que tal curtir a nossa página no Facebook e acompanhar as novidades do setor?

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