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Produção agrícola: práticas para o cultivo de diferentes culturas

Modificado em: maio 29, 2024

A produção agrícola é muito importante para a economia mundial. É ela a responsável por alimentar o mundo e garantir renda para milhares de trabalhadores que se dedicam incansavelmente à produção de diferentes culturas.

Além do árduo trabalho, esses profissionais também estão sujeitos às condições do tempo para garantir uma boa colheita. Porém, precisamos focar naquilo que podemos controlar e se planejar para que eventuais problemas climáticos não impactem tanto o resultado da safra.

Pensando em ajudar você a ter uma produção mais eficiente, desenvolvemos este artigo com o objetivo de mostrar as melhores práticas de cultivo. Continue a leitura até o final para ficar por dentro do assunto.

O que é produção agrícola?

A produção agrícola refere-se a todos os produtos e benefícios que são gerados pelas atividades agrícolas. Esse setor é muito importante para a economia mundial, uma vez que produz matérias-primas e alimentos para diversas indústrias de todo o planeta.

É importante que você entenda que há três fatores de produção agrícola, que são:

  • condições do clima e solo: a metodologia usada e a forma de produção são influenciadas por esses fatores;
  • economia: está relacionada ao nível de tecnologia utilizada na propriedade e, inclusive, o valor da terra;
  • mão de obra humana: esse fator depende de qual é o nível de tecnologia utilizada, pois quanto mais tecnológico for o processo, menos recursos humanos são exigidos.

Quais são os tipos de produção agrícola?

Quando o assunto é agronegócio, o Brasil tem uma grande vantagem: a sua expansão territorial. Isso porque o país tem diferentes características entre uma região e outra e o seu clima contribui para que agricultores invistam em várias formas de cultivo.

Por falar nisso, é importante saber quais são os tipos de produção agrícola para que você possa entender qual deles é mais indicado para o seu caso. Continue a leitura para ter mais conhecimento sobre o assunto.

Agricultura extensiva

Nesse caso, estamos falando da produção agrícola tradicional. Isso significa que a agricultura extensiva utiliza pouca (ou nenhuma) tecnologia e técnicas básicas no seu trabalho — aqui, o que prevalece é a mão de obra humana.

Normalmente, a produção é destinada para o mercado local ou para a própria subsistência, sendo muito comum em pequenas e médias propriedades. 

Embora tenha uma produtividade considerada baixa, a agricultura extensiva tem seus benefícios, como:

  • pouco impacto ambiental: uma vez que utiliza menos produtos químicos e insumos artificiais, esse modelo preserva a biodiversidade e os ecossistemas naturais;
  • preservação do solo: a rotação de culturas e a utilização de práticas agrícolas mais naturais ajudam a tornar o solo mais fértil a longo prazo, evitando a degradação e a erosão;
  • baixo investimento: os agricultores podem iniciar suas operações com menos recursos financeiros, tornando a entrada no mercado mais acessível para pequenos produtores ou comunidades com recursos limitados.

Agricultura intensiva

Também conhecida como agricultura moderna, esse tipo de produção agrícola está ligada a grandes índices de capital de investimento e produtividade. Geralmente, apenas um tipo de cultura é produzida, porém, diferentemente da agricultura extensiva, é produzida em larga escala.

Nesse caso, ela faz uso de insumos agrícolas, no entanto, não aplica a rotação de terra, uma vez que isso evita a geração de impactos no solo e no meio ambiente. 

Entre seus benefícios, podemos citar:

  • alta produtividade: esse modelo permite uma produção maior de alimentos, fibras e outros produtos agrícolas por unidade de área, ajudando a atender à demanda crescente da população;
  • eficiência de uso da terra: com técnicas avançadas, é possível obter rendimentos elevados mesmo em áreas relativamente pequenas, o que é essencial em regiões com disponibilidade limitada de terras aráveis;
  • aumento da rentabilidade: ao maximizar a produção, os agricultores conseguem obter lucros maiores e viabilizar economicamente a agricultura em áreas com altos custos de terra ou de produção;
  • uso de sementes transgênicas: O uso dessas sementes proporciona maiores rendimentos por área cultivada, reduzindo a necessidade de pesticidas e outros insumos agrícolas.

Agricultura familiar

Neste modelo de produção agrícola, o gerenciamento e as atividades rurais são desempenhadas por um mesmo grupo familiar e em pequenas propriedades. Porém, vale destacar que, por mais que a atividade seja realizada por familiares, isso não significa que o trabalho não seja recompensado com um salário.

Quando falamos em agricultura familiar, a terra é um insumo indispensável para o desenvolvimento da produção e para a subsistência da família, uma vez que parte da renda é destinada para o próprio sustento.

Nesse tipo de produção agrícola, vários gêneros alimentícios podem ser produzidos, como cultivo de vegetais e até mesmo criação de animais com o intuito de obter diferentes produtos, como leites, ovos etc. Parte da produção da agricultura familiar é destinada à economia local, como feiras, mercados e centros de distribuições regionais.

Conheça os principais benefícios da agricultura familiar:

  • incentiva práticas sustentáveis: ela respeita o meio ambiente, uma vez que causa um baixo impacto ambiental na sua produção;
  • preserva a tradição cultural: como esse modelo produz alimentos típicos da região, ela preserva hábitos alimentares regionais;
  • gera empregos e renda: além de gerar parte do próprio sustento, a agricultura familiar utiliza mais mão de obra humana, contribuindo para a diminuição dos índices de desemprego.

Agricultura patronal

A agricultura patronal é um modelo de produção maior, se comparada aos tipos vistos até agora. Estamos falando tanto para o mercado interno quanto o externo (exportações).

Na agricultura patronal, o proprietário não é o trabalhador. Nesse caso, trabalhadores qualificados são contratados por empresas agrícolas para lidar com a produção, fazendo uso de tecnologias (automação agrícola) e insumos agrícolas. 

Aqui, as pequenas propriedades são substituídas por médias e grandes, a fim de atender a alta demanda do mercado.

Sabendo isso, podemos citar os seus principais benefícios, como:

  • eficiência de escala: ela tem uma escala maior devido aos seus recursos financeiros e técnicos, o que contribui para uma produção agrícola mais eficiente e econômica;
  • investimento em inovação tecnológica: as grandes empresas do setor investem fortemente em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia agrícola. Com isso, elas adotam práticas mais avançadas a fim de aumentar a produtividade e reduzir o desperdício;
  • criação de empregos: embora a automação reduza a necessidade de mão de obra em algumas áreas, as operações agrícolas de grande escala ainda geram empregos, tanto diretamente na fazenda quanto em setores relacionados, como transporte e processamento.

Agricultura orgânica

Também conhecida como agricultura biológica, esse tipo de produção agrícola visa contribuir para o desenvolvimento social dos produtores e não prejudicar o equilíbrio ambiental. 

Vale destacar que este modelo não usa nenhum tipo de defensivo agrícola — que nada mais é que uma substância química ou biológica utilizada na agricultura para proteger as plantas contra pragas, doenças e plantas invasoras que danificam seu crescimento e produção.

Os principais benefícios da agricultura orgânica são:

  • uso racional da água: esse tipo de agricultura usa sistemas de irrigação mais eficientes, técnicas de conservação de água no solo e escolhe culturas adaptadas ao clima local, o que ajuda a reduzir a demanda hídrica;
  • controle biológico de pragas: o controle de pragas é realizado por meio de insetos predadores, parasitas, armadilhas, barreiras físicas e rotação de culturas. Dessa forma, é possível reduzir a dependência de pesticidas sintéticos, auxiliando na preservação da saúde dos ecossistemas;
  • adubação orgânica e compostagem: esse modelo utiliza adubos naturais, como esterco animal, compostagem de resíduos orgânicos, farinha de ossos, entre outros, em vez de fertilizantes químicos sintéticos. O objetivo é promover a saúde do solo, aumentar a fertilidade e a capacidade de retenção de água, e reduzir a lixiviação de nutrientes para os cursos d’água;
  • adubação verde: a prática de adubação verde consiste no cultivo de plantas específicas (como leguminosas), que fixam o nitrogênio atmosférico no solo, enriquecendo-o naturalmente e melhorando significativamente sua estrutura;
  • não utilização de sementes transgênicas: as culturas são cultivadas a partir de variedades tradicionais ou orgânicas, sem modificações genéticas, a fim de oferecer mais tranquilidade aos consumidores preocupados com os potenciais efeitos desconhecidos das sementes transgênicas na saúde humana e meio ambiente.

Permacultura

O significado de permacultura é “cultura permanente”. Ou seja, nesse caso, o equilíbrio entre os ecossistemas é indispensável. Logo, as necessidades humanas precisam estar ligadas a soluções sustentáveis, uma vez que seus princípios estão vinculados com as pessoas, o futuro e o cuidar da terra.

Sobre os seus benefícios, podemos citar:

  • trabalho a favor do meio ambiente: a permacultura promove práticas sustentáveis que minimizam a degradação ambiental e ajudam na regeneração dos ecossistemas. Ao projetar sistemas que imitam os padrões e processos naturais, esse tipo de produção contribui para a conservação da biodiversidade, a proteção do solo, a preservação da água e a redução da poluição;
  • uso racional dos recursos naturais: por meio da adoção dessa técnica é possível maximizar a eficiência na captura e uso de recursos como água, luz solar, biomassa e nutrientes, minimizando o desperdício e a dependência de recursos não renováveis;
  • ocupações humanas sustentáveis: esse método busca projetar ocupações humanas sustentáveis em todos os aspectos, incluindo habitação, transporte, energia e economia;
  • análise de todas as funções do sistema: a permacultura considera aspectos como conservação de água, manejo de resíduos, habitat da vida selvagem, interações sociais e econômicas, entre outros. Essa abordagem garante que os sistemas permaculturais sejam integrados e resilientes, capazes de se adaptar a mudanças.

Agricultura comercial

Na agricultura comercial, toda a produção é voltada para comercialização e exportação agrícola. Uma característica importante é que, nesse modelo, grandes extensões de terra são usadas para o cultivo de apenas uma cultura agrícola. Ou seja, o foco aqui é na monocultura. 

Nesse tipo de produção agrícola, além de mão de obra humana, também há investimentos em tecnologia de ponta para manter um alto padrão de qualidade diante da grande demanda.

Além disso, a agricultura comercial oferece vários outros benefícios, como os que estão listados a seguir:

  • alta produtividade: ela é capaz de produzir grandes quantidades de alimentos de forma eficiente. Isso é alcançado por meio de tecnologias modernas, práticas agrícolas intensivas e seleção genética de culturas e animais para maximizar os rendimentos por hectare. A agricultura comercial fornece alimentos em grande quantidade para atender à demanda crescente da população mundial;
  • grande aproveitamento de recursos e terra: a mecanização, a automação e a gestão eficiente permitem que uma quantidade relativamente pequena de terra e mão de obra produza uma quantidade significativa de alimentos. Além disso, as práticas de monocultura e a alta intensificação do uso da terra aumentam os rendimentos por hectare.
  • utilização de fertilizantes e defensivos agrícolas: eles visam maximizar a produtividade e proteger as culturas contra pragas, doenças e ervas daninhas. Os fertilizantes fornecem os nutrientes necessários para o crescimento das plantas, enquanto os defensivos agrícolas controlam as pragas e mantêm as culturas saudáveis.

Quais as práticas e técnicas para produção agrícola?

Depois de entender quais são os tipos de produção agrícola, você precisa conhecer as técnicas e práticas indispensáveis para implementar, independentemente do modelo escolhido. A seguir, separamos os principais. Confira!

Manejo do solo e da água

Para garantir a qualidade do solo, você precisa colocar em prática um conjunto de ações — nunca uma ação isolada. Entre elas, destacamos três pilares de manejo indispensáveis:

  • manejo físico: nesse caso, é possível fazer uso de plantas de cobertura que contribuem para a descompactação do solo. O uso de implementos agrícolas para subsolagem e escarificação também é indicado;
  • manejo químico: o foco aqui é aumentar a acessibilidade de elementos que auxiliam no crescimento da planta e, ao mesmo tempo, neutralizar elementos tóxicos. Para isso, é preciso fazer uma análise do solo, realizar gessagem e calagem, e, por fim, a adubação da terra;
  • manejo biológico: esse tipo de manejo visa oferecer condições favoráveis para que organismos vivos (hifas, fungos etc.) sejam fortalecidos, equilibrados e restaurados.

Já o manejo da água exige um monitoramento diário da umidade do solo — isso deve ser feito durante todo o ciclo de desenvolvimento da cultura.

Controle de pragas e doenças

As pragas e doenças agrícolas referem-se a todos os organismos que prejudicam a produção de culturas, uma vez que geram danos à lavoura durante os seus ataques. O problema é que não só o rendimento é afetado, mas a qualidade do produto também. Como você pode perceber, os prejuízos econômicos podem ser enormes.

Entre os principais fatores que influenciam no surgimento de doenças e pragas estão:

  • aplicação inadequada de medidas de controle;
  • falta de rotação de culturas;
  • plantio em regiões ou estações favoráveis ao ataque de pragas;
  • adubação desequilibrada — isso prejudica a nutrição das plantas.

O controle desse problema precisa considerar cada tipo de praga. No entanto, é importante que você conheça o MIP (Manejo Integrado de Pragas), que nada mais é que um conjunto de ações que visa monitorar a população das pragas. Veja como cada método desse sistema funciona:

  • controle cultural: aqui, o importante é afetar a acessibilidade do inseto ao alimento. Nesse momento, é preciso oferecer um bom equilíbrio nutricional das plantas para aumentar a tolerância ao ataque de doenças e pragas, destruir restos de culturas para que elas não sirvam de abrigos para hospedeiros etc.;
  • controle biológico: nesse método, organismos vivos são utilizados para controlar e até mesmo eliminar as pragas sem prejudicar as pessoas e o meio ambiente;
  • controle comportamental: nesse caso, são utilizados compostos com a intenção de alterar a fisiologia das pragas e diminuir ao máximo suas populações.

Nutrição vegetal

As plantas se alimentam por meios diferentes dos animais. Elas têm produção própria, o que significa que utilizam gás carbônico, água, minerais e luz para criar o seu próprio alimento. Devido a isso, as plantas são consideradas seres autotróficos, pois tudo que elas precisam para se manterem vivas estão no ambiente que elas residem.

Quando mal nutridas, doenças passam a ter mais “força” sobre as plantas e, inclusive, ficam mais suscetíveis a ataques de pragas.

Entre os principais nutrientes (macros e micros) para a saúde vegetal podemos citar:

  • nitrogênio;
  • fósforo;
  • potássio;
  • cálcio;
  • magnésio;
  • enxofre;
  • boro;
  • cloro;
  • cobre;
  • ferro;
  • manganês;
  • molibdênio;
  • zinco.

Cada um desses nutrientes tem um papel importantíssimo no desenvolvimento da planta. Logo, quando há falta deles, é comum encontrar muitos tipos de danos, como alterações no fruto ou formato da folha, a capacidade de crescimento das estruturas pode ser prejudicada, alterações nas cores, entre outros.

Mas cuidado! Porque o excesso de substâncias também não é indicado, uma vez que pode prejudicar o desenvolvimento da planta. Portanto, para fazer uma nutrição segura e adequada, você precisa saber escolher os fertilizantes certos.

Optar por fertilizantes completos é uma excelente maneira de evitar “pecar pelo excesso” nas dosagens. Lembre-se de que um fertilizante de qualidade precisa reunir algumas características importantes, como todos os micros e macronutrientes e garantir os níveis adequados de cada um deles.

Mecanização agrícola

Quando falamos em mecanização agrícola, não tem como não ligar o tema à tecnologia. Isso porque o objetivo é justamente automatizar os processos de adubação, plantio, semeadura e colheita.

Com a mecanização agrícola, você consegue acelerar os processos da execução da sua produção, podendo realizar a entregas dos seus produtos de maneira mais rápida e, obviamente, reduzir custos operacionais.

Além disso, a mecanização agrícola oferece outros benefícios, tais como:

  • redução de erros, esforço físicos, lesões em colaboradores, retrabalhos e desperdícios;
  • mais qualidade e segurança;
  • oferece um modelo de operação mais sustentável, reduzindo os impactos ambientais;
  • ampliação da capacidade produtiva;
  • otimização do tempo.

Cultivo de diferentes culturas

Rotação de culturas é como é chamada a produção agrícola de vários produtos. O principal objetivo é reduzir impactos ambientais, evitar a exaustão do solo causada pela monocultura e coibir a infestação de insetos, doenças, plantas daninhas e outras pragas.

Com isso, você consegue ter vários benefícios, como:

  • reposição de matéria orgânica;
  • aumento no índice de porosidade;
  • proteção do solo contra agentes climáticos;
  • maior produtividade para culturas posteriores;
  • ciclagem de nutrientes.

Para fazer uma rotação de culturas eficiente, é preciso seguir os seguintes passos:

  • análise do solo: por meio dela é possível obter dados importantes para avaliar a necessidade de eventuais correções, a fim de garantir um melhor desenvolvimento das raízes e criar, assim, galerias que visam descompactar o solo;
  • escolha adequada das plantas: dê preferência para plantas comerciais, porém, também é possível optar por plantas forrageiras, leguminosas e gramíneas, por exemplo. Além disso, é interessante usar plantas com sistema radicular profundo e fixadoras de nitrogênio, a fim de ajudar na reciclagem de nutrientes;
  • entenda os fatores ambientais: além das particularidades das plantas, é importante que você tenha conhecimento sobre a capacidade do clima e sobre o ambiente, a fim de entender se a cultura é capaz de se adaptar a essa região;
  • faça uso de técnicas auxiliares: você precisa utilizar técnicas para controle de erosão, calagem e adubação, controle de pragas etc.;
  • realize o plantio direto: nesse caso, você precisa semear sobre a palhada da cultura anterior, a fim de diminuir o impacto da chuva, reduzir a temperatura do solo e, consequentemente, conservar a umidade.
  • use insumos de qualidade: isso garante um melhor desempenho das culturas, permitindo um melhor aproveitamento da área.

Qual é o cenário atual da produção agrícola?

A produção agrícola no Brasil é responsável por 5% do PIB. A produção de grãos, por exemplo, é um dos destaques da agricultura do país, uma vez que somos um dos maiores produtores do mundo. Já a piscicultura, também tem ganhado um destaque importante. Só em 2022, o culti­vo chegou a 860.355 toneladas, segundo a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR).

Esses são apenas exemplos do quanto a agricultura está em alta. O Brasil conta com muitos recursos naturais. Com isso, os agricultores têm extensas áreas cultiváveis com disponibilidade de luz, água e calor para garantir uma produção agrícola de qualidade

Percebeu o quanto uma produção agrícola eficiente pode beneficiar os seus resultados? Colocando estas dicas em prática, você conseguirá entender qual tipo de produção é mais adequada para a sua região e investir em produtos que trarão um retorno financeiro mais significativo.

Para tornar a sua produção agrícola ainda mais eficiente, nada melhor do que investir na agricultura 4.0. Entenda agora como ela funciona e qual a sua importância para esse setor tão importante para a economia do mundo todo!

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