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Piscicultura

Coronavírus na aquicultura: entenda as melhores práticas para a prevenção

Coronavírus na aquicultura
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Aquicultores de todo o país cumprem o papel essencial de produzir os alimentos que abastecem mercados do Brasil e do mundo. As culturas de pescado exercem uma atividade fundamental para o sustento e manutenção de uma cadeia produtiva, e você, que trabalha com a criação de organismos aquáticos, deve estar atento aos impactos relacionados ao coronavírus na aquicultura.

Durante a pandemia, é muito importante reforçar as boas práticas e contextualizar o problema de acordo com realidade de cada um. Foi no intuito de auxiliá-lo que desenvolvemos este texto com tudo o que você precisa saber sobre os impactos da COVID-19 no dia a dia de trabalho da sua produção.

Fique por dentro da melhor maneira de se prevenir durante a crise. Confira o conteúdo completo!

Quais são impactos da pandemia para a aquicultura?

A continuidade do abastecimento de pescados é muito importante para que se mantenha a integridade da cadeia produtiva. Isso implica, muitas vezes, em enormes prejuízos para diversos produtores e trabalhadores rurais que dependem unicamente da aquicultura como fonte de renda.

De qualquer forma, independentemente do estimulo do Governo para o enfrentamento da crise, o retrocesso dessa atividade gerará impactos negativos para os produtores em um curto intervalo de tempo. Observando a situação de outro ângulo, não devemos desconsiderar os cuidados com as vidas humanas.

É extremamente necessário implementar todas as orientações dos órgãos responsáveis, como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, para que possamos minimizar os riscos de contágio por meio do coronavírus.

Por esse motivo, as práticas de prevenção necessitam ser conhecidas e aplicadas com rigor por todos os funcionários que estejam acessando às propriedades aquícolas. Esse empenho deve ser priorizado por todos os colaboradores da pirâmide, desde gerentes até técnicos e motoristas.

Além disso, com um cenário desfavorável pela COVID-19, as culturas aquáticas podem sofrer prejuízos econômicos significativos, como:

  • dificuldade para escoar a produção, tanto para a exportação quanto para o mercado interno, e acumulo de matéria-prima no ambiente da produção;
  • incerteza para adquirir rações, devido às dificuldade de logística ou de fornecimento do insumo para a sua fabricação, como a soja, o milho ou a farinha de carne;
  • indisponibilidade de equipamentos para a manutenção e reposição de peças, além de dificuldade para adquirir novas máquinas;
  • necessidade de afastar colaboradores de peso para a equipe em função do grupo de risco por sintomatologia clínica ou mesmo a confirmação do vírus.

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Quais são as principais medidas a serem tomadas em relação ao coronavírus na aquicultura?

A capacidade do coronavírus de permanecer transmissível em superfícies inanimadas por um certo período de tempo exige a adoção de práticas que contribuam com a diminuição do contágio. Além disso, planejar antecipadamente manobras para amenizar os impactos econômicos da pandemia é uma atitude extremamente necessária para que produtores de todos os portes possam se manter no mercado.

Confira abaixo as principais medidas que os aquicultores deve tomar em relação ao COVID-19!

Previna a contaminação

O primeiro passo para prevenir uma possível contaminação é intensificar a rotina de higiene pessoal. Assim, você, no papel de produtor, deve cumprir todo esse protocolo, além de orientar os seus funcionários quanto aos princípios básicos, como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e, sobretudo, após entrarem em contato com superfícies e materiais que haviam sido manipulados antes por outras pessoas.

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A rotina básica leva em consideração a higiene sequencial de antebraços, cotovelos, punhos, palmas das mãos, dedos e unhas. Também é extremamente necessário que as roupas utilizadas no trabalho sejam exclusivas para tais usos e, assim como a limpeza individual, a troca dessas peças deve ser realizada dentro do ambiente da criação.

Como gestor, você deve orientas os seus colaboradores a desenvolverem uma rotina de cuidados no trajeto de retorno para casa, como a devida higienização dos calçados e roupas utilizados para esse fim, além do banho imediato ao chegar em casa. Essas orientações devem ser estendidas para todos aqueles que estão em contato com você e a sua propriedade.

Planeje-se para possíveis prejuízos nas vendas

A recessão econômica gerada pelo coronavírus é generalizada e atinge todos as escalas da cadeia produtiva. Nesse sentido, é muito importante que você saiba antecipar crises e prejuízos para poder tomar as atitudes necessárias enquanto ainda é tempo.

Como alternativa durante a pandemia, é preciso ampliar a utilização de ferramentas voltadas para a comunicação, além de buscar estratégias de marketing, a fim de potencializar as suas vendas por meio de redes sociais, aplicativos e contatos telefônicos. Essa articulação estratégica deve disponibilizar informações e conteúdos ao maior número possível de potenciais compradores.

Dessa maneira, é muito importante que os elos que unem a cadeia produtiva estejam organizados para se ajudarem mutuamente. Além disso, os produtores devem procurar formas de viabilizar o beneficiamento dos peixes cultivados, para que possam aumentar o prazo de comercialização.

Outro aspecto importante da abertura dos novos canais de venda é que eles devem buscar um portfólio diversificado, para que o escoamento da produção seja favorecido.

Proteja os seus colaboradores

A principal maneira de proteger os seu funcionários do contágio do COVID-19 é mantendo um distanciamento mínimo entre as pessoas dentro do ambiente de trabalho. Essa distância deve respeitar os dois metros entre um indivíduo e outro, pois as gotículas liberadas por via nasal e oral podem contaminar, caso haja algum hospedeiro.

O produtor rural deve esclarecer aos seus colaboradores essa regra básica e adequar o ambiente físico para garantir uma condição de distanciamento. É extremamente importante que todos os funcionários estejam conscientes sobre a necessidade de manter essa distância e também de evitar aglomerações durante a rotina de trabalho em uma cultura de pescados.

Aqueles empregados que, por algum motivo, apresentarem os sintomas da síndrome gripal devem ser imediatamente isolados de suas atividades e orientados a buscar ajuda nas unidades de saúde mais próximas.

Você aprendeu sobre as principais práticas para a prevenção do coronavírus na aquicultura. Durante este momento de pandemia, é muito importante seguirmos todas as orientações dos órgãos de saúde e, assim, preservar a integridade das pessoas com as quais convivemos.

A crise deve servir de alavanca, para que novas alternativas de comunicação e produção surjam. Coloque em prática agora mesmo as nossas dicas para estar prevenido na sua produção!

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