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Aquicultura: o que é e quais são as melhores práticas

Modificado em: outubro 5, 2023

Atividades de produção e criação aquáticas integram um mercado muito lucrativo e acessível, podendo ser desenvolvidas em diversas áreas do Brasil e com estruturas de portes variados.

A aquicultura é, entre elas, uma das principais, justamente por ser a mais ampla e conseguir abranger inúmeros tipos de organismos. Esse ramo conta com técnicas de manejo, cultivo e produção diferenciadas e bem específicas.

A seguir, você vai entender mais sobre a aquicultura e o que faz dela uma das atividades mais lucrativas do país. Além disso, você perceberá também quais são as suas diferenças em relação à piscicultura. Confira!

Saiba como surgiu a aquicultura

A aquicultura é a atividade de produção de organismos aquáticos como peixes, crustáceos, moluscos, algas e plantas em ambientes controlados ou semi-controlados. A origem da aquicultura remonta à antiguidade, quando os povos orientais começaram a cultivar peixes em viveiros e lagoas.

No entanto, foi somente a partir do século XX que a prática se desenvolveu como uma atividade econômica e científica, em resposta à crescente demanda por alimentos de origem aquática e à diminuição dos estoques pesqueiros naturais. Hoje, é considerada uma das principais fontes de proteína animal para a população mundial, além de gerar emprego e renda para milhões de pessoas.

Conheça os detalhes dessa atividade

Cortado por mares, lagoas e rios, o território brasileiro é altamente favorável à aquicultura, principalmente pelos diferentes tipos de água, entre doces e salgadas. Essa atividade abrange a criação de qualquer organismo de desenvolvimento aquático, ou seja, qualquer espécie que tenha todo o seu ciclo realizado dentro de ambientes naturais ou, até mesmo, artificiais.

É comum que haja uma associação direta da aquicultura com a pesca ou a criação de peixes em cativeiro, o que é algo realmente concreto. No entanto, a atividade é muito mais ampla, já que abrange toda e qualquer espécie que vive em mares, rios e lagoas. Seja para fins culinários ou na exploração como matéria-prima, a lista de criaturas presentes na aquicultura é muito vasta.

Em destaque, considerando os diferentes mercados, podemos listar algumas das principais, como:

  • criação de peixes (água doce ou salgada);
  • algocultura (algas);
  • ranicultura (rãs);
  • criação de jacarés;
  • carcinicultura (camarão);
  • malacocultura (moluscos, ostras, mexilhões, caramujos e vieiras).

Bastante abrangente, é fácil entender por que a aquicultura é tão democrática. É natural que cada uma dessas espécies tenha exigências próprias de desenvolvimento, o que significa que elas crescem melhor em regiões distintas devido à temperatura, em tipos diferentes de água e com necessidades específicas de alimentação.

Essa diversidade faz com que a aquicultura, dentro de sua ótima variedade de espécies, seja acessível a produtores de diferentes regiões do país — e com capacidades distintas de investimento. Desde grandes produtores a pequenos empreendedores, muitos podem iniciar uma nova atividade em uma das categorias de espécies que a aquicultura abrange.

Tipos de sistemas de aquicultura

Existem diferentes tipos de sistemas de aquicultura, que podem ser classificados de acordo com o grau de intervenção humana, o tipo de ambiente, o tipo de cultivo e o nível de intensificação. Eles podem ser divididos em dois grandes grupos: extensivos e intensivos.

Os sistemas extensivos são aqueles que utilizam ambientes naturais ou seminaturais, como lagoas, represas, estuários e zonas costeiras, e que dependem da produtividade natural do meio para fornecer alimento aos organismos cultivados. Os sistemas intensivos são aqueles que utilizam ambientes artificiais ou altamente modificados, como tanques, viveiros, gaiolas e recirculação, e que requerem aporte de alimento externo e controle dos parâmetros ambientais.

Dentro desses dois grupos, existem diferentes tipos de sistemas de aquicultura, que variam de acordo com o tipo de ambiente onde são realizados. Alguns exemplos são:

  • Aquicultura marinha: é a aquicultura realizada no mar ou em águas salobras, utilizando estruturas como gaiolas, long-lines, lanternas e rafts. Os principais organismos cultivados são peixes marinhos, como salmão, robalo e dourada; moluscos, como mexilhão, ostra e vieira; e algas marinhas;
  • Aquicultura continental: é a aquicultura realizada em águas doces ou salobras, utilizando estruturas como tanques, viveiros, raceways e recirculação. Os principais organismos cultivados são peixes de água doce, como tilápia, carpa e truta; crustáceos, como camarão e lagosta; e plantas aquáticas;
  • Aquaponia: é a integração da aquicultura com a hidroponia, que é o cultivo de plantas sem solo. Nesse sistema, a água dos tanques de aquicultura é recirculada para os canais ou recipientes onde as plantas são cultivadas. As plantas absorvem os nutrientes provenientes dos resíduos dos peixes e purificam a água que retorna aos tanques. Esse sistema permite economizar água e espaço, além de produzir alimentos de origem animal e vegetal.

A escolha do tipo de sistema de aquicultura depende de vários fatores, como a disponibilidade de recursos hídricos, a espécie a ser cultivada, o mercado consumidor, os aspectos ambientais e econômicos. Cada sistema tem suas vantagens e desvantagens, e requer um planejamento adequado para garantir sua viabilidade e sustentabilidade.

As diferenças da piscicultura para a aquicultura

O entendimento sobre o que é a aquicultura já ajuda a começar a entender a diferença dessa atividade para a piscicultura. Enquanto a primeira abrange todos os tipos de espécies aquáticas, independentemente de viverem em água doce ou salgada, a piscicultura é uma atividade focada na criação, desenvolvimento e comércio de peixes.

Assim, podemos, até mesmo, entender que a piscicultura é parte da aquicultura, já que essa segunda é mais ampla e também abrange os peixes. Nessa compreensão, também fica mais fácil perceber que, por mais que estejam diretamente ligadas, as duas produções são bastante diferentes.

Complexidade

Cada tipo de produção tem sua complexidade específica, o que depende diretamente das espécies que estão sendo cultivadas na atividade. Analisando de forma ampla, é indiscutível que a aquicultura tem uma estruturação muito mais repleta de espécies, cada uma com suas particularidades e necessidades de desenvolvimento.

No entanto, é importante ressaltar que nem sempre os aquicultores investem em todas as atividades possíveis que a categoria abrange. Uma escolha como essa demandaria muito investimento e uma operação ampla e altamente detalhada. A piscicultura é mais simples, ainda que as especificidades de cada espécie de peixe exijam diferentes cuidados no manejo e criação.

Mercado

Há também uma diferença importante em relação aos mercados possibilitados pela aquicultura e pela piscicultura. O primeiro modelo foca na criação de organismos aquáticos diversos e engloba segmentos variados, não se limitando à culinária.

Já no caso da aquicultura, o desenvolvimento de determinadas espécies é importante para manter estoques silvestres abastecidos, perpetuando tipos de organismos diversificados. As atividades nesse segmento, portanto, são altamente lucrativas e rentáveis a longo prazo.

Desafios

Quanto aos desafios das duas atividades, esse talvez seja o fator que mais as aproxima, já que a questão é simples: cada espécie tem as suas necessidades específicas, independentemente se são peixes, algas, crustáceos ou outras. Cabe aos criadores entenderem a fundo quais são essas particularidades, para, então, saberem como cumpri-las.

Infraestrutura

Diferentes criações também exigem infraestruturas específicas, visto que esse é um ponto essencial para o desenvolvimento adequado das espécies. Ainda que as criações sejam feitas diretamente nos mares, rios e lagoas, restringir a circulação das espécies, por exemplo, é algo que demanda a estruturação do ambiente ideal.

Já as criações externas, realizadas em tanques e escavações com lonas (mantas), têm necessidades ainda maiores, indo além apenas do espaço físico. Bombas e aeradores são alguns dos mecanismos essenciais para a oxigenação, circulação de água e manutenção da qualidade do ambiente nesses locais.

A importância da aquicultura no Brasil

O Brasil já se destacou como o país com maior potencial para o desenvolvimento da pesca e aquicultura em todo o mundo. Mesmo diante das boas perspectivas, o segmento ainda passa por uma série de desafios para tornar as atividades mais sustentáveis, eficientes, competitivas, rentáveis e seguras.

De acordo com dados do Informativo de Comércio Exterior da Piscicultura, apresentados pela Embrapa Pesca e Aquicultura, no primeiro semestre de 2022, a exportação de produtos brasileiros superou em 100% a quantidade atingida no mesmo período de 2021.

O crescimento das exportações da aquicultura é consequência da venda de produtos de maior valor agregado, resultado também da profissionalização da cadeia produtiva e do aumento de crédito de fomento para a atividade.

Mesmo diante de um crescimento significativo, a prática da aquicultura não é tão simples quanto parece. Existem passos muito importantes que devem ser tomados antes de dar início ao seu cultivo. A seguir, veremos mais sobre isso.

Vantagens da aquicultura no país

A aquicultura tem diversas vantagens, tanto do ponto de vista econômico quanto ambiental e social. Alguns desses benefícios são:

  • contribui para a segurança alimentar e nutricional, pois fornece proteína animal de alta qualidade e de fácil digestão para milhões de pessoas no mundo;
  • gera renda e emprego para as comunidades rurais e costeiras, especialmente para as mulheres e os jovens, que muitas vezes têm poucas oportunidades de trabalho;
  • reduz a pressão sobre os recursos pesqueiros naturais, que estão cada vez mais escassos e ameaçados pela sobrepesca e pela poluição;
  • promove a conservação da biodiversidade, se for praticada de forma sustentável e integrada com outras atividades produtivas, como a agricultura e a pecuária;
  • oferece serviços ecossistêmicos, como a reciclagem de nutrientes, a purificação da água, o sequestro de carbono e a proteção contra erosão e inundações.

Dicas para iniciar com a aquicultura

É fundamental estar preparado para aproveitar as tendências desse mercado e fazer um planejamento adequado para ter sucesso na produção. Isso envolve estar de acordo com os órgãos regulamentadores, o que garante uma comercialização totalmente legal.

Sem dúvidas, a aquicultura exige uma série de responsabilidades para quem deseja cultivar com qualidade, segurança e rentabilidade. Portanto, é fundamental escolher um local adequado, bons fornecedores e contar com uma rede de contatos com pessoas do ramo para se diferenciar.

Veja, a seguir, outras dicas essenciais para iniciar um negócio com a aquicultura da melhor forma!

Pesquisa de mercado

O primeiro passo é fazer uma pesquisa de mercado para conhecer a fundo quais são os peixes mais vendidos da sua região e quais apresentam possibilidade de exportação. Além disso, também é importante conhecer o comportamento dos consumidores, avaliando qual a sua preferência justamente para ter uma base segura de vendas.

O empreendedor ainda pode estudar a viabilidade econômica de inserir algumas espécies em seu local de cultivo. No entanto, cada uma vai necessitar de condições distintas para ter um bom rendimento.

Local apropriado

Também é essencial escolher um local apropriado onde será desenvolvido o projeto, com espaço suficiente para a instalação dos equipamentos. A área precisa ser grande o suficiente para acomodar com bem-estar o tamanho da criação.

Além disso, é interessante que o lugar seja estratégico para facilitar o escoamento dos produtos para o mercado consumidor. Você ainda deve ficar atento aos aspectos climáticos e topográficos do terreno, que podem facilitar ou dificultar o cultivo dos animais.

Alguns criadores dão preferência por investir na construção de lagos artificiais ou viveiros — até porque o ambiente influencia diretamente no sucesso do negócio e na qualidade do seu cultivo.

Escolha de fornecedores

Outra dica importante é em relação à escolha dos fornecedores e dos parceiros de serviços terceirizados, já que são eles que disponibilizam os insumos a preços competitivos.

A indicação é dar preferência a empresas reconhecidas que atuam com materiais de qualidade e que respeitam prazos e o cronograma de entrega. Com isso, as chances de o seu negócio sofrer prejuízos, tanto financeiros quanto de reputação, são reduzidas.

Networking

Sempre que possível, busque fazer contatos com pessoas experientes do ramo da aquicultura. Isso é ainda mais relevante caso você esteja iniciando a sua produção e ainda tenha muitas dúvidas sobre o funcionamento do negócio.

Os profissionais, além de compreender todas as partes do processo, também auxiliam na redução de diversos erros comuns que os iniciantes cometem. Outro benefício do networking é a possibilidade de ter futuros e promissores parceiros de trabalho na área.

Licença ambiental para operação

Qualquer pessoa que queira empreender com a aquicultura deve se organizar para conseguir uma licença ambiental para operação. Essa regulamentação é essencial para desenvolver práticas mais adequadas e realizar a atividade impactando o mínimo possível o meio ambiente.

Além de tudo, a licença ambiental é uma maneira de demonstrar, para os consumidores e o mercado como um todo, que o seu produto é oriundo de processos produtivos sustentáveis.

Assim como qualquer negócio, atuar no ramo da aquicultura requer alguns preparos e cuidados. Para aproveitar o crescimento desse segmento e se tornar um produtor de sucesso, tenha em mente que é necessário trocar informações com profissionais experientes, ter um local apropriado para desenvolver o trabalho, escolher bons fornecedores e considerar a preferência dos consumidores.

Entenda os impactos ambientais provocados pelas atividades da aquicultura

Um dos principais objetivos da aquicultura é garantir produtos para o consumo com maior controle e regularidade. No entanto, a aquicultura também pode causar diversos impactos ambientais negativos, dependendo da forma como é realizada. Alguns desses impactos são:

  • eutrofização: o excesso de nutrientes provenientes das rações e dos dejetos dos animais cultivados pode provocar o crescimento excessivo de algas e plantas aquáticas, reduzindo a disponibilidade de oxigênio e a qualidade da água para os demais organismos;
  • produção de efluentes: a água utilizada nos tanques ou viveiros pode conter resíduos orgânicos, químicos e biológicos que podem contaminar os corpos d’água receptores, alterando suas características físicas, químicas e biológicas;
  • introdução e escape de animais exóticos: algumas espécies cultivadas podem não ser nativas da região onde são produzidas, podendo escapar dos sistemas de cultivo e invadir os ecossistemas naturais, competindo com as espécies locais por recursos ou transmitindo doenças e parasitas;
  • introdução de organismos patogênicos: a alta densidade de animais nos sistemas de cultivo pode favorecer a proliferação de vírus, bactérias, fungos e protozoários que podem causar doenças nos próprios animais cultivados ou nos organismos silvestres que entram em contato com eles;
  • alteração da biodiversidade: a aquicultura pode afetar a diversidade biológica dos ecossistemas aquáticos, tanto pela introdução ou escape de espécies exóticas quanto pela modificação ou destruição de habitats naturais, como as florestas de mangue e as matas ciliares;
  • modificação da paisagem: a construção de tanques, viveiros, gaiolas ou balsas pode alterar a paisagem natural das regiões onde são instalados, interferindo na estética, no uso do solo e na dinâmica hidrológica.

Aquicultura e a poluição por microplástico

Um dos impactos mais preocupantes é a poluição por microplástico, que são pequenas partículas de plástico que podem ser ingeridas pelos organismos aquáticos. Essas partículas podem vir de diversas fontes, como embalagens, roupas sintéticas, cosméticos e até mesmo da alimentação dos peixes cultivados. Um estudo publicado na revista Aquaculture analisou 26 produtos de farinha de peixe de 11 países em quatro continentes diferentes e encontrou microplásticos em todos eles.

Esse material pode afetar a saúde dos peixes e também dos consumidores humanos, causando problemas digestivos, inflamatórios e até mesmo cancerígenos. Portanto, é necessário buscar formas de reduzir a poluição por microplástico na aquicultura, como melhorar o manejo dos resíduos plásticos, utilizar materiais biodegradáveis e incentivar o consumo consciente.

Medidas para reduzir os impactos ambientais gerados

Diante dos impactos acima, é necessário que a aquicultura seja planejada e executada de forma sustentável, respeitando os limites ecológicos dos ambientes onde é realizada, adotando medidas preventivas e mitigadoras dos danos ambientais, buscando integrar o cultivo com outras atividades produtivas e sociais e seguindo as normas legais e os critérios técnicos estabelecidos pelos órgãos competentes. Algumas dessas práticas são:

  • escolher locais adequados para a instalação dos sistemas de cultivo, evitando áreas de preservação ambiental, de alta biodiversidade ou de conflito com outras atividades;
  • utilizar espécies nativas ou adaptadas às condições locais, evitando o uso de espécies exóticas ou transgênicas que possam escapar e invadir os ecossistemas naturais;
  • controlar a qualidade da água e dos efluentes, monitorando os parâmetros físicos, químicos e biológicos e tratando os resíduos antes de descartá-los no ambiente;
  • reduzir o uso de insumos químicos, como fertilizantes, ração, antibióticos e pesticidas, que possam contaminar a água e afetar a saúde dos organismos cultivados e dos consumidores;
  • promover o manejo integrado e diversificado, combinando diferentes espécies e sistemas de cultivo que se complementem e otimizem o uso dos recursos;
  • implementar medidas de biossegurança, prevenindo e controlando as doenças e pragas que possam afetar os organismos cultivados e os ecossistemas naturais;
  • respeitar as normas legais e os padrões éticos de bem-estar animal, garantindo as condições adequadas de alojamento, alimentação, transporte e abate dos organismos cultivados;
  • envolver as comunidades locais e os consumidores na gestão e na fiscalização da atividade, promovendo a educação ambiental e a responsabilidade social.

Papel da tecnologia na redução dos impactos ambientais da aquicultura

Para minimizar os efeitos negativos da aquicultura, a tecnologia pode ser usada em diversas etapas do processo produtivo, como no monitoramento da qualidade da água em tempo real, na análise genética das matrizes de peixes, na diversificação das espécies cultivadas, no uso adequado de antibióticos e probióticos, na formulação da ração e no tratamento dos resíduos.

Além disso, a tecnologia pode contribuir para a expansão da aquicultura para ambientes menos explorados, como os oceanos, e para o uso de fontes de energia renováveis. Portanto, trata-se de uma ferramenta essencial para o desenvolvimento sustentável da aquicultura, que visa conciliar a produção de alimentos com a conservação dos recursos naturais e a melhoria da qualidade de vida das populações envolvidas.

A atuação da Sansuy na oferta de infraestrutura para essas atividades

A Sansuy, há mais de 54 anos no mercado, é um fornecedor especialista em equipamentos e estruturas fundamentais para a criação de organismos aquáticos. Suas linhas de itens e acessórios são respeitadas entre os criadores, graças não só à qualidade ofertada, mas também ao suporte voltado ao produtor especializado.

Alguns dos produtos são grandes destaques no mercado, e, certamente, você já deve ter visto produtores usando a maioria deles. Confira alguns e a importância que eles podem ter na sua criação!

Viniarco

O Viniarco é um galpão em arco fabricado para ser sustentado por uma estrutura metálica. Ele é a cobertura ideal para criações de piscicultura de grande porte, trazendo a proteção e ambientação necessárias para a produção.

Vinitank XP

O Vinitank é o tanque circular para a produção externa de organismos aquáticos, podendo ser usado tanto na piscicultura quanto na aquicultura.

Vinimanta

A Vinimanta é uma geomembrana voltada para revestir o solo de tanques abertos de aquicultura em geral, funcionando como um grande bloqueador para perda de água.

A Sansuy ainda oferece uma série de acessórios que podem ser de grande utilidade do profissional, como sacolas para transporte de peixes, capas de chuva e jardineira com bota acoplada entre outros que você pode encontrar no e-commerce Loja Sansuy.

Com toda sua expertise, a Sansuy tem o que é necessário para produtores de pequeno, médio e grande porte construírem infraestruturas essenciais. Independentemente de aquicultura ou piscicultura, em ambas as categorias é fundamental construir ambientes que favoreçam o desenvolvimento de espécies.

Gostou do conteúdo? Aproveite a visita e saiba quais são os cuidados necessários de biosseguridade na piscicultura! Também conheça um pouco mais os produtos da Sansuy dedicados ao aquanegócio!

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