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Saiba como fazer a correção do solo da melhor forma!

Modificado em: junho 6, 2024

Entender como fazer a correção do solo de maneira adequada representa uma grande diferença no preparo dele. Essa etapa deve ser realizada com uma operação eficiente de calagem que segue avaliações e recomendações técnicas. O principal objetivo, neste caso, é a correção da acidez do solo e, em consequência disso, a disponibilização de nutrientes e precipitação do alumínio trocável do solo.

Em terras brasileiras, a acidez costuma ser um problema muito frequente, cuja causa está no excesso de hidrogênio e alumínio, ou até mesmo na deficiência de cálcio, que traz uma série de deficiência para o crescimento de plantas. Dentro deste contexto, as diversas técnicas de correção do solo garantem a proteção da cultura contra pragas e doenças e aceleram o crescimento.

Quer saber mais? Vamos mostrar neste artigo como fazer a correção do solo da melhor forma e como identificar quando o processo é necessário. Acompanhe!

Entenda o que é a correção do solo

Quem está envolvido nos fatores que podem trazer problemas para uma plantação sabe que nem sempre o solo está apto para um cultivo eficiente. Por conta disso, a correção do solo representa um conjunto de técnicas visando a melhorar a qualidade do solo e trazer mais qualidade para o cultivo de plantas.

Esse tipo de processo faz com que o agricultor tenha mais controle em relação ao resultado esperado do plantio e consiga contornar questões que impactam o trabalho de maneira negativa. Pode ser extremamente necessário, por exemplo, em casos em que o solo apresenta degradação ou problemas de acidez, excesso de nutrientes, compactação, entre outros.

Técnicas diferenciadas

Vale destacar que existem diversas técnicas para realizar a correção do solo, e você precisa identificar qual se encaixa com a sua dinâmica de trabalho de maneira geral. Entre as principais, podemos citar a adição de nutrientes por meio da aplicação de fertilizantes, a correção do pH do solo com o auxílio de calcário ou outros corretivos, a adição de matéria orgânica com compostagem ou adubação verde, entre outras práticas.

O processo de correção é importante, ainda, para garantir a produtividade e a sustentabilidade da agricultura, pois um solo saudável e bem corrigido permite um melhor desenvolvimento do plantio, reduz a necessidade de adubação química e o uso de agrotóxicos. Sem contar que ele consegue reter mais água, reduzindo a erosão e a lixiviação de nutrientes.

Saiba como identificar as áreas com danos

Para que a realização da correção do solo traga resultados certeiros para as dificuldades diretas do seu trabalho, é preciso fazer uma análise do solo e verificar o pH, os níveis de nutrientes e outras características importantes.

Além disso, torna-se essencial observar o desenvolvimento das plantas e as condições ao redor delas. Com esse tipo de informação, fica mais simples entender o que fazer em cada caso e fazer um planejamento a longo prazo para que os problemas não se repitam.

Esse processo de identificação de áreas com danos pode ser feito por meio da observação direta das plantas e do solo e com a análise química e física. Veja a seguir quais são as principais características que indicam a presença de danos no solo:

  • falta de vigor das plantas que apresentam crescimento lento;
  • compactação que tende a dificultar o crescimento das raízes das plantas e reduzir a infiltração de água, o que causa encharcamento e proliferação de doenças;
  • áreas com erosão e que podem apresentar perda de solo e nutrientes e desestabilizar a estrutura do solo;
  • pH inadequado de solos muito ácidos ou muito alcalinos podem interferir diretamente no crescimento das plantas;
  • excesso ou falta de nutrientes.

Aprenda a fazer o processo de correção do solo

A correção do solo pode ser feita por meio de diversas práticas e técnicas. Tudo depende de qual problema foi identificado inicialmente no processo de análise. Quando o pH do solo está fora da faixa ideal, por exemplo, é necessário fazer a aplicação de corretivos indicados para ajustar o pH. Os principais disponíveis para esse processo são o calcário, essencial na hora de elevar o pH, e o sulfato de alumínio, para diminuir o pH.

Já em situações em que existe a deficiência de nutrientes, a principal solução está na adubação. Aqui, o agricultor precisa fazer a aplicação de fertilizantes para suprir as necessidades das plantas. Por meio da adubação, é possível corrigir nutrientes, como potássio, nitrogênio e fósforo.

Para melhorar a estrutura do solo, a adição orgânica é a principal estratégia. Ela ajuda a melhorar a estrutura, aumentar a capacidade de retenção de água e nutrientes e promover o crescimento de microrganismos benéficos

A compactação do solo pode dificultar o crescimento das raízes das plantas e reduzir a infiltração de água no solo, causando encharcamento e favorecendo a proliferação de doenças. Para corrigir esse problema, é possível utilizar técnicas de cultivo mínimo ou plantio direto, que ajudam a preservar a estrutura do solo.

Áreas com erosão podem apresentar perda de solo e nutrientes, além de desestabilizar a estrutura do solo como um todo. A melhor forma de correção, neste caso, é utilizar técnicas de terraceamento, curvas de nível, plantio de cobertura ou outras práticas que ajudem a reter o solo e reduzir o impacto das chuvas.

Fertilizantes

A adição de fertilizantes pode ajudar a corrigir diferentes tipos de deficiências e melhorar a qualidade do solo. Os nutrientes mais importantes dentro desse contexto incluem nitrogênio, fósforo e potássio (NPK).

O nitrogênio é um componente-chave das proteínas e necessário para o crescimento das folhas. O fósforo é necessário para a produção de flores e frutos, bem como para o desenvolvimento das raízes. O potássio é indispensável para a resistência das plantas a doenças e pragas.

Existem diversos tipos de fertilizantes disponíveis no mercado, cada um com diferentes composições e formas de aplicação. Os principais são os:

  • nitrogenados;
  • fosfatados;
  • potássicos;
  • orgânicos;
  • foliares.

Vale reforçar que a escolha do fertilizante mais adequado depende das necessidades nutricionais das plantas, do tipo de solo, do clima e da cultura. É importante seguir as recomendações técnicas e as dosagens corretas para evitar a aplicação excessiva de nutrientes, que pode prejudicar as plantas e o meio ambiente.

Agora ficou claro que fazer a correção do solo de forma adequada é indispensável para corrigir problemas no cultivo e aumentar a eficiência na aplicação de insumos. Com isso, fica mais simples reduzir custos, aumentar a produtividade e minimizar impactos ambientais de maneira muito significativa, sendo um diferencial e tanto no setor.

Gostou das informações do artigo? Então, leia também sobre 6 boas práticas de adubação do solo para oferecer condições necessárias para o desenvolvimento das plantas.

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