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Logística e gestão da cadeia de suprimentos: como funciona?

Modificado em: maio 29, 2024

Para assegurar a satisfação dos clientes nos prazos estabelecidos e agregar valor à experiência, é fundamental manter processos produtivos eficientes. Nesse sentido, detalhes como logística e gestão da cadeia de suprimentos fazem toda a diferença.

Afinal, nesse processo, é fundamental gerenciar diversos fatores, como os canais de aquisição, produção, armazenamento e distribuição. De fato, não é uma etapa fácil.

Para ajudar nesse processo, preparamos este guia que abordará todos os detalhes sobre como realizar o planejamento e otimização da cadeia de suprimentos, as melhores tecnologias, tendências e dicas para uma gestão de armazém eficaz, principalmente para o transporte de cargas.

Ficou interessado? Então continue lendo!

O que é planejamento e otimização da cadeia de suprimentos?

O gerenciamento da logística e gestão da cadeia de suprimentos, também conhecida como SCM (Supply Chain Management), tem como objetivo reduzir os custos em todas as etapas, considerando as expectativas do cliente. Afinal, qualidade é entregar o que o cliente deseja pelo preço e nas condições que ele espera.

Em essência, a busca pela sua satisfação é o objetivo central nas estratégias de marketing e de negócios. Ela é alcançada quando suas expectativas em relação ao produto são atendidas ou até superadas.

Nessa gestão, a organização deve monitorar todo o processo produtivo, que inclui a obtenção dos materiais pelos fornecedores, o transporte desses materiais até a empresa, o recebimento dos insumos solicitados, a gestão do armazenamento e a conservação dos produtos.

Também é considerada nesse cenário a utilização interna dos materiais, planejamento financeiro e o acompanhamento do produto após a saída da fábrica. 

Isso culmina no gerenciamento dos pontos de venda (atacado, varejo e distribuição) até a chegada ao consumidor final. No ambiente altamente competitivo de hoje, especialmente no mercado varejista, a logística tornou-se essencial para a redução de custos e para o aumento da competitividade.

Como esse planejamento funciona?

De maneira geral, a logística e a gestão da cadeia de suprimentos se baseia em três níveis de gerenciamento: o operacional, tático e estratégico. Entenda com mais detalhes logo abaixo.

Planejamento estratégico

O planejamento estratégico é amplamente reconhecido como o nível mais abrangente entre os três, uma vez que engloba definições que afetam a empresa na totalidade. Seu principal propósito é responder às perguntas: “onde estamos?” e “para onde queremos ir?”. 

Portanto, ele está associado às diretrizes gerais da organização, incluindo visão, missão e objetivos de longo prazo, assim como as estratégias-chave para alcançá-los. Além disso, no nível estratégico, são considerados fatores externos e internos, como análise de mercado, concorrência, recursos disponíveis e competências da organização.

Planejamento tático

Está diretamente ligado à execução das definições estabelecidas no nível estratégico. Aqui, as metas são convertidas em ações práticas e realizáveis.

Dessa forma, o objetivo primordial do planejamento tático é responder à pergunta: “como podemos alcançar nossos objetivos estratégicos?”. Para isso, elaboramos planos de médio prazo, identificando as atividades necessárias e atribuindo responsabilidades a cada departamento ou equipe dentro da empresa.

Planejamento operacional

O planejamento operacional concentra-se nas atividades diárias da organização e visa responder à pergunta: “como vamos implementar nossas metas e planos táticos?”. Portanto, é fundamental estar alinhado com as diretrizes estabelecidas nos estágios anteriores.

Sua abordagem é de curto prazo e oferece orientações práticas sobre a execução das tarefas. Isso engloba a definição de prazos, alocação de recursos e monitoramento do progresso de cada atividade para alcançar eficiência e qualidade nas operações.

De que forma é realizada essa análise logística?

A análise da cadeia de suprimentos destaca sua divisão em quatro partes: fornecedores, empresa de manufatura, centros de distribuição e consumidores:

  • fornecedores: são aqueles que fornecem matérias-primas, produtos acabados ou serviços, ocupando um papel central no processo logístico. A escolha de bons fornecedores é essencial, pois assegura que os produtos atendam aos padrões de qualidade exigidos pelo mercado;
  • empresas de manufatura: o local em que ocorre a produção ou a instalação do processo de fabricação, determinando quando e quanto produzir. Nesse contexto, aplicamos os princípios do planejamento de materiais, que constituem a base fundamental da política de estoques de qualquer empresa;
  • centros de distribuição: onde os produtos acabados e as peças de reposição são armazenados. É importante determinar a quantidade adequada para estocagem tanto dos produtos acabados quanto das peças de reposição. Manter um estoque em dia e utilizar locais alternativos de armazenamento pode melhorar a disponibilidade dos produtos para o consumidor. No entanto, isso também aumenta os custos, que, se repassados aos preços, podem resultar na diminuição das vendas;
  • consumidores: é o objetivo principal e final dos outros grupos mencionados na cadeia de suprimentos. Todas as atividades e processos são direcionados e desenvolvidos para atender às necessidades e exigências dos clientes, visando a sua satisfação.

Como fazer a otimização logística na cadeia de suprimentos?

O principal objetivo da logística e gestão da cadeia de suprimentos é alcançar a excelência máxima e assegurar uma eficiência superior em todo o processo. Para isso, é fundamental que a empresa adote algumas práticas recomendadas, tais como:

  • mapear os processos;
  • gerenciar os níveis adequados de estoque;
  • envolver todos os profissionais.

Diante do avanço tecnológico, também é fundamental para as companhias reconhecer a importância de acompanhar algumas tendências de gestão, tais como:

  • internet das coisas;
  • omnichannel;
  • cadeias de suprimentos autônomas.

Logística reversa e sustentabilidade: como funciona?

A logística reversa tem como propósito minimizar o impacto ambiental e diminuir as perdas de recursos, promovendo a reutilização e reciclagem de produtos. 

Exemplos incluem indústrias, supermercados e lojas, focando no descarte consciente de materiais recicláveis, como papelão, papel, pallets de madeira e plástico, todos com grande potencial de reutilização ou reciclagem. 

Dessa forma, a logística reversa abrange o retorno de produtos, a redução na fonte, a substituição de materiais, o reuso, a disposição de resíduos, a reforma, a reparação e a remanufatura.

Ela contribui para uma melhor sustentabilidade por otimizar questões, como:

  • gerenciamento do fluxo: planejamento, execução e controle do movimento de materiais e informações, do consumidor ao produtor;
  • retorno de produtos: movimentação de itens da cadeia produtiva;
  • aproveitamento de recursos: o que reduz o consumo de energia, materiais e incentiva a reciclagem.
  • valorização de resíduos: recuperação de valor a partir de materiais descartados;
  • destinação segura: garantia da destinação final adequada e segura dos itens após o uso.

Qual a abrangência da logística internacional?

No âmbito do comércio exterior, a logística internacional é imprescindível para o sucesso das empresas. Seu objetivo principal é desenvolver processos otimizados e acertados, para visar uma entrega de produtos e serviços com a melhor qualidade e menor custo possível, similarmente à logística empresarial tradicional.

Adicionalmente, nesse cenário, é fundamental ficar atento com as regulamentações do comércio internacional, além de alguns aspectos que incluem:

  • a conformidade legal das operações;
  • o envolvimento com agências reguladoras;
  • a documentação requerida para exportação e importação;
  • a quitação de taxas e impostos alfandegários.

A coordenação eficiente em todos os aspectos — desde a produção até a entrega final ao cliente — torna-se fundamental para o sucesso das operações.

Inclusive, embora seja complexa, esse setor apresenta constantes avanços no país. Com projeção de alta de 2,2% no Produto Interno Bruto (PIB) para 2024, conforme o “Balanço Macrofiscal de 2023 e perspectivas para 2024″ do Ministério da Fazenda (MF), as áreas logísticas nacional e internacional seguem em franca expansão, contribuindo significativamente para o crescimento da economia brasileira.

Como funciona a logística em setores específicos?

Há diversos exemplos de operações da logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos. Um dos primeiros que podemos mencionar e que mais cresce é a logística voltada para o e-commerce, ou para vendas pela internet.

Neste modelo, a atividade engloba desde a compra dos produtos junto aos fornecedores até a guarda, embalagem e distribuição aos consumidores finais. Essas tarefas incluem o gerenciamento de estoque, o planejamento das rotas de entrega e a coordenação dos transportadores.

Além desse, outros setores específicos que podemos citar são:

  • área farmacêutica: ela é fundamental para assegurar a entrega segura e pontual de medicamentos e produtos farmacêuticos, preservando a integridade dos itens durante todas as etapas de manuseio e transporte;
  • varejo: ela é fundamental para assegurar a disponibilidade oportuna dos produtos nas prateleiras, incluindo a administração de estoques, transporte e distribuição das mercadorias.
  • agronegócio: como um dos setores que mais impulsionam a economia brasileira, a logística se torna vital. Além disso, as áreas de produção agrícola geralmente estão localizadas em regiões distantes dos centros de consumo e com gestão eficiente nessa etapa será possível reduzir problemas com perdas;
  • construção civil: a logística na gestão de materiais e recursos no ambiente de trabalho também não pode ser negligenciada, garantindo que os projetos sejam concluídos dentro dos prazos e com os recursos disponíveis;
  • mineração: é possível o escoamento eficiente dos minérios e gerenciamento de portos e ferrovias para redução de custos de transporte;

Como realizar melhor planejamento logístico na gestão de armazéns?

A elaboração do planejamento logístico nos armazéns é uma das tarefas mais desafiadoras para os profissionais responsáveis pela gestão logística. De maneira geral, é importante ter atenção em:

  • análise e otimização do layout;
  • automação da gestão de inventário, com sistema de gerenciamento de armazéns (WMS);
  • previsão e planejamento de demanda, especialmente para variações sazonais que afetem a demanda de armazenamento;
  • boas parcerias com fornecedores.

Além disso, especialmente para situações emergenciais, é fundamental considerar fatores como facilidade de instalação para acomodação em diferentes espaços, bem como a utilização de lonas especializadas a fim de usufruir de uma melhor durabilidade e proteção das instalações. Nesse contexto, os galpões de lona ganham relevância.

Eles são totalmente aproveitáveis e existe uma variedade de modelos para atender as mais variadas demandas, desde para logística emergencial até modelos mais robustos para escoamento de produtos agrícolas no agronegócio. 

Entre os modelos, destacam-se:

  • Vinigalpão Sansuy: é um tipo de galpão de lona com estrutura metálica de aço-carbono, treliçada e galvanizada a fogo, apresentando um design de “duas águas”, com cobertura e fechamentos laterais em lona vinílica. É uma opção ideal para diversos usos, como coberturas, silos, estações de transbordo e conforto animal;
  • Vinimazem: galpão inflável projetado para o armazenamento, podendo ser instalado em qualquer lugar, adequado para uma variedade de produtos, tais como peças, fertilizantes, mercadorias, máquinas, grãos, equipamentos, entre outros.

Melhor gestão de pessoas na logística: como fazer?

Em uma empresa, não é suficiente contar apenas com tecnologias de ponta. Também é vital investir em outro recurso muitas vezes subestimado: o capital humano. 

Afinal, são os colaboradores que propulsionam o funcionamento e o avanço de uma organização. Dedicar-se à gestão de pessoas na área logística pode otimizar os resultados e até mesmo alavancar o crescimento do empreendimento.

Para esse processo, confira os principais fatores que devem ser considerados.

Faça o treinamento do time

Essa é uma das práticas mais imprescindíveis na gestão de pessoas. Além de demonstrar reconhecimento ao funcionário, a capacitação proporciona a preparação necessária para os colaboradores desempenharem suas funções com eficiência. Isso não apenas melhora o serviço prestado, mas também aumenta a motivação dos indivíduos.

Determine metas factíveis

Estabelecer objetivos ajuda os colaboradores a compreenderem a relevância de suas contribuições para a empresa, incentivando-os a se superarem constantemente. No entanto, é essencial que esses objetivos sejam realistas e estejam alinhados com as estratégias da organização. 

Metas inatingíveis só resultarão em frustração para os funcionários, podendo prejudicar a produtividade.

Realize motivação constante

Existem várias estratégias para inspirar a equipe, como incentivos financeiros, reconhecimento, programas de desenvolvimento e oferecimento de benefícios, entre outros. 

Além disso, conforme a pesquisa realizada pela consultoria Robert Half, 89% dos resultados satisfatórios estão diretamente relacionados à motivação no ambiente laboral, o que indica que os colaboradores valorizam desafios e oportunidades de crescimento.

Quais são as tecnologias e tendências para logística e transporte?

Sem a adição das inovações tecnológicas na logística e gestão da cadeia de suprimentos, não há eficiência nem organização nos negócios. Esse âmbito é vital para a manutenção de uma empresa, ao permitir o desenvolvimento de novas táticas e seguir firme na competitividade do mercado.

Afinal, com o aumento da demanda, entrega com excelência e a necessidade de maior agilidade e eficiência, é essencial ficar atualizado nas tendências relacionadas ao setor de TI. O processo manual tornou-se obsoleto e, frequentemente, os procedimentos repetitivos podem levar a erros. Diante dessa realidade, confira as principais modernizações.

Robótica

A automação no setor logístico é uma tendência amplamente adotada, tanto por meio de robôs quanto de drones. Como consequência, estas inovações asseguram uma segurança aprimorada nos armazéns e executam tarefas repetitivas com maior rapidez e precisão, reduzindo erros humanos.

Sistema ERP na logística

Um software que facilita a centralização de informações em um único sistema. O ERP ajuda na visualização dos processos internos, resultando em melhorias e na integração das atividades de vários setores. Isso permite que os dados sejam compartilhados de forma fluente e acessível.

Customer Relationship Management

Garantir uma experiência de compra excepcional para os consumidores é a principal meta das empresas. Esse software é encarregado de coletar todas as informações dos clientes e reuni-las em um único local.

Resumidamente, coloca-se o consumidor no cerne de toda a operação, permitindo ao software analisar suas ações e antecipar possíveis necessidades, simplificando e agilizando o processo de venda.

Transportation Management System

Essa tecnologia é um software dedicado exclusivamente ao processo de logística de entregas, tanto internas quanto terceirizadas, com o propósito de controlar e gerenciar o transporte de mercadorias. Assim, auxilia na análise da melhor qualidade e produtividade relacionada à distribuição de carga.

Integrado ao ERP, ele compartilha automaticamente dados e informações, além de oferecer funcionalidades próprias, como cálculo de frete, gestão de despacho, rastreamento, auditoria de faturas, gestão de ocorrências, entre outras.

Warehouse Management System

O Sistema de Gerenciamento de Armazéns é um software especializado na gestão de armazenamento, encarregado de administrar todo o estoque de maneira eficiente e integrada. 

Em outras palavras, ele monitora meticulosamente todas as movimentações das mercadorias, fornecendo informações precisas sobre estoque, validade, lote, localização, dimensão e outros dados relevantes.

Nesta década, entender o conceito de logística e gestão da cadeia de suprimentos é fundamental para garantir competitividade no mercado, especialmente no setor de transporte de cargas. O controle de toda a rede de distribuição é fundamental para a gestão. Afinal, pequenas mudanças podem causar grandes dificuldades, afetando custos, espaço físico e tempo nos processos. 

Também é imprescindível ficar atualizado sobre os principais desafios da logística de transporte. Para te ajudar, preparamos este guia completo sobre o assunto. É só conferir!

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