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Empreendedorismo na Piscicultura: como fazer sua empresa crescer?

Modificado em: junho 14, 2023

Empreendedorismo na piscicultura: já pensou em investir na área e em conferir dicas sobre como fazer sua empresa crescer?

Independentemente de qual seja o setor que você deseja trabalhar, existe a necessidade de pesquisar bastante sobre o tema e conhecer os fornecedores mais indicados, para que possa entregar um produto de qualidade e gerar a satisfação de seu público.

Na piscicultura, não é diferente. Apesar de ser um negócio antigo, há sempre a oportunidade de aprender, de inovar e de trazer tecnologias que contribuam tanto para a criação quanto para a otimização do trabalho de todos os colaboradores envolvidos.

Além disso, buscar por novas formas de pensar o empreendedorismo na área contribuirá para que o mercado como um todo se reinvente. E, como sabemos, isso só traz ganhos para o consumidor de modo geral.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para que você tire todas as suas dúvidas sobre o assunto. Continue a leitura e saiba mais!

Como está o empreendedorismo em piscicultura no Brasil?

Primeiro, é importante entendermos sobre o mercado de piscicultura no Brasil. Vale ressaltar que as perspectivas para o futuro da área são bastantes promissoras, especialmente se considerarmos que já conseguimos ver a pandemia pelo retrovisor.

Apesar de ainda haver casos significativos sendo registrados, o aumento da vacinação contribuiu para que houvesse a redução de internações e mortes — o que levou o mercado a voltar para a sua normalidade.

Por essa razão, a piscicultura no Brasil já indicou crescimento logo no final de 2021. Se considerarmos apenas o ano de 2020, quando a pandemia ainda estava em sua fase crítica, houve quase 803 mil toneladas na produção de peixes.

Se analisarmos a receita gerada por esse mercado, chegamos a casa dos 8 bilhões de dólares, gerando aproximadamente 1 milhão de empregos diretos e indiretos.

Produção no Brasil

Quando avaliamos os dados de nosso país, temos números muito positivos no que se refere à piscicultura. Para você ter uma ideia, somos o quarto maior produtor de tilápia em todo o mundo.

Essa espécie representa aproximadamente 60% de toda a produção no país. Em seguida, temos a produção de peixes nativos, como o tambaqui, com 35%. Os 5% restantes são representados pelas demais espécies.

Dados do mercado nos últimos anos

Os últimos anos comprovam que as perspectivas de crescimento da piscicultura no Brasil são muito positivas. Houve, por exemplo, um crescimento de cultivo de 38,7% no Brasil — que saltou na produção de 578.800 toneladas em 2014, para 802.930 toneladas em 2020.

Se considerarmos apenas o ano de 2020, período crítico da economia brasileira devido ao avanço da pandemia, a situação não é diferente. Segundo o levantamento da Associação Brasileira de Piscicultura, o crescimento foi de 5,93%, se comparado com o ano de 2019.

Dados sobre o crescimento

Sempre que analisamos estatísticas sobre determinado mercado, é importante entendermos sobre os dados que levam a um crescimento ou a um declínio.

No caso da piscicultura, a tilápia é a espécie que puxa os números para cima. A alta observada para a espécie chegou na casa de 2 dígitos, com 12,50%. Em relação ao período anterior, foram 55 mil toneladas a mais.

Quais são as principais tendências relacionadas à piscicultura no Brasil?

Um outro ponto interessante de ser observado diz respetiro às tendências da piscicultura no Brasil. Sempre que investimos em qualquer setor, é interessante entendermos sobre as perspectivas e o que há de novo no mercado.

A seguir, trouxemos alguns tópicos que não podem ser deixados de lado. Confira!

Valor agregado à tilápia

Como vimos, a tilápia é a principal espécie cultivada no país. Por essa razão, quando mencionamos sobre empreendedorismo na piscicultura, não podemos deixar esse assunto de lado.

Em 2018, por exemplo, a Associação Brasileira de Piscicultura trouxe uma estimativa de que as nossas exportações chegaram à casa das 700 toneladas. O maior comprador do nosso produto é os Estados Unidos.

Como vimos, somos o quarto produtor mundial. Mas o que leva a esse sucesso? Primeiro, pela fácil adaptação da espécie nos estados brasileiros.

Devemos sempre levar em conta que estamos em um país de extensão continental. Uma espécie que sobrevive muito bem ao clima do nordeste, por exemplo, pode não se adaptar ao clima frio de alguns meses do sul do país.

No caso da tilápia, não há esse gargalo: ela se adapta às condições ambientais de qualquer estado, sendo um dos principais motivos para ser uma espécie muito comercializada.

Além disso, o seu consumo também é muito presente em qualquer região do Brasil, o que contribui para que a sua venda seja mais facilitada do que a de outras espécies.

Ascensão de lambari

Quando analisamos as vantagens do cultivo de lambari, temos alguns diferenciais facilmente identificados pelo empreendedor:

  • alimentação simplificada — trata-se de um animal onívoro, que come de tudo. A sua alimentação ainda pode ser incrementada com ração, o que torna o seu cultivo muito prático de ser realizado;
  • crescimento rápido — na piscicultura, devemos levar em conta o nível de crescimento das espécies. Esse tipo de peixe se destaca nesse sentido, alcançando a maturação em apenas 4 meses, o que contribui para que haja três ciclos ao longo do ano;
  • peixe de alto desempenho — também é importante levar em consideração o desempenho da espécie que se pretende cultivar. Especialmente na fase de engorda, o lambari também se destaca nesse cenário;
  • facilidade de reprodução — hoje, há técnicas modernas de reprodução que podem ser implementadas no cultivo.

Levando em consideração todos esses diferenciais, a criação de lambari também vem ganhando destaque no país. Justamente por isso, há cada vez mais investimentos para esse tipo de peixe, de modo que há uma participação mais efetiva da espécie no mercado brasileiro.

Criação de pacu

O pacu também é um tipo de peixe muito requisitado no mercado nacional e internacional. O seu habitat natural é a região do Pantanal, no Mato Grosso. Porém, também é uma espécie de fácil adaptação, o que contribui para que a sua criação seja iniciada em diferentes partes do país.

Nesse sentido, a sua criação ocorre especialmente dentro de tanques. A sua alimentação deve ser monitorada e regrada, de modo que contribua de forma positiva para o seu crescimento e desenvolvimento, e gere lucratividade na comercialização.

Devido a essa importância dada à alimentação do peixe, ele chega a aproximadamente 1 quilo e meio, não passando dessa faixa. Quando há um bom controle do seu peso, há a possibilidade de vendê-lo inteiro, uma vez que a sua comercialização é feita justamente por quilo.

Porém, não se pode deixar de mencionar os desafios e dificuldades encontrados em sua criação. Produtores identificam, por exemplo, a dificuldade do manejo sanitário dos viveiros. Quando isso ocorre, alguns prejuízos podem ser observados, como doenças nos peixes.

Setor harmonizado

Falar de empreendedorismo na piscicultura também é abordar as questões externas. Independentemente de qual seja o setor no qual você deseja investir seus recursos, é preciso observar o mercado como um todo.

Se houver dificuldades de compra por parte do consumidor nacional, ou se o mercado global estiver em crise, dificilmente as estratégias sobre como fazer sua empresa crescer surtirão efeito. Porém, esse problema nem de longe aflige a piscicultura — inclusive, observa-se uma harmonia no setor.

A troca de parcerias presentes entre governos estaduais e municipais, assim como empresas privadas, pode garantir o desenvolvimento acelerado da área, de modo que haja mais representatividade do setor e também possa aumentar as oportunidades de investimentos por parte de criadores.

Quais são os benefícios de empreender na piscicultura?

A seguir, explicaremos sobre alguns dos principais benefícios de empreender na piscicultura. Confira e saiba como fazer a sua empresa crescer por meio desses diferenciais!

Mercado em crescimento

Conforme podemos perceber, o mercado está em contínuo crescimento. Mesmo em um período desafiador para a economia do país e do mundo de forma geral, as perspectivas para a área são bastante positivas.

Dessa forma, quem realmente conhece o ramo e sabe sobre os principais aspectos que devem ser considerados no momento de iniciar uma empresa, certamente tende a se destacar.

Porém, como veremos mais à frente, é preciso ter uma visão que vai além do segmento: existe a necessidade de montar um plano de negócios e contar com um modelo bem estruturado de gestão, para que os objetivos e metas sejam alcançados com mais facilidade.

Fácil disponibilidade

Um outro diferencial da piscicultura que não pode ser deixado de lado é a sua disponibilidade. A prática é realizada em qualquer local onde há fonte de água limpa. No entanto, como sabemos, é preciso identificar as espécies que melhor se adaptam em sua região para que haja uma escolha adequada.

Previsibilidade

Quando estamos nos referindo à criação animal, a previsibilidade é um importante fator para o produtor. Se considerarmos o gado, por exemplo, precisamos estar atentos quanto à estiagem e em proporcionar alimentos em períodos com pouca chuva, uma vez que os pastos estão secos.

Porém, nem sempre conseguimos prever secas muito extensas. No caso da piscicultura, temos um entendimento maior sobre os ciclos, o que traz mais segurança para o empreendedor.

Desenvolvimento saudável

Devemos ressaltar, ainda, o desenvolvimento saudável da espécie. Conseguimos assegurá-lo com dietas adequadas, de modo que os peixes só se alimentem com a ração que o empreendedor oferta.

Por fim, a piscicultura gera mais oportunidade de emprego — mais acima, identificamos que ela gera aproximadamente 1 milhão de vagas indiretas e diretas. Isso mexe de forma positiva em toda uma estrutura da sociedade, especialmente para municípios com menos habitantes.

Como fazer sua empresa crescer na área de piscicultura?

Agora que você já conhece alguns dos principais diferenciais e tendências da piscicultura no Brasil, chegou o momento de entender como fazer sua empresa crescer na piscicultura. Confira!

Conheça a área

Essa dica pode parecer um pouco óbvia, mas é essencial que você conheça bem sobre a área que vai começar a empreender. A própria leitura deste artigo já é um caminho para alcançar esse objetivo — mas é preciso ir além.

Inicialmente, entenda bem sobre a sua região. Saiba sobre as condições climáticas, as variações de temperatura e as particularidades da cidade onde você vive. Tudo isso vai refletir no momento em que for definir qual é a espécie mais adequada para o cultivo.

Se você escolhe um tipo de peixe que não se adapta ao local, por exemplo, terá prejuízo financeiro e pode, até mesmo, perder a credibilidade perante o mercado regional.

Além disso, analise quais são as espécies que mais rendem comercialização nos dias de hoje. Vimos, por exemplo, que a tilápia, o pacu e o lambari têm ganhado destaque no mercado de forma geral. Avalie a particularidade de todas essas espécies, entenda qual é o gasto para a criação e analise se a sua região, de fato, é consumidora desses tipos de peixes antes de optar pelo ideal.

Esse entendimento também impacta na escolha do viveiro. Há espécies, por exemplo, que exigem tanque elevado, enquanto outras podem ser cultivadas em tanques de lona. Ter essa compreensão auxilia na escolha dos fornecedores e nos produtos utilizados.

Varie a criação

Você pode optar ainda pela variação das espécies. Para isso, o ideal é que haja uma definição prévia de quais são os objetivos de seu empreendimento e o que você deseja alcançar com o projeto.

Se houver o interesse em vender mais vezes ao ano e ter mais lucratividade, por exemplo, o ideal é realmente apostar na criação de tilápia. Esse tipo de peixe, como vimos, tem 3 ciclos anuais por atingir a maturidade com apenas 4 meses.

Assim, você fica mais focado em suas metas e tem a oportunidade de optar pela produção que de fato vai trazer o que você espera com esse investimento.

Observe o mercado

Outro ponto importante de ser analisado é em relação ao mercado. Antes de iniciar o cultivo de peixe em sua propriedade, procure definir:

  • o seu orçamento para esse investimento inicial;
  • as espécies que cabem no orçamento;
  • o público para o qual você deseja comercializar — principalmente, se é o consumidor final ou as grandes peixarias.

Além disso, veja o que os seus concorrentes estão fazendo e quais são os seus diferenciais competitivos que chamam a atenção do mercado como um todo.

Se você tiver mais orçamento para investimento, ainda existe a possibilidade de encomendar pesquisas tanto qualitativas quanto quantitativas. Assim, terá um panorama completo sobre a área e as suas oportunidades de investimento.

Por fim, não deixe de pesquisar as empresas que já estão bem estabelecidas na área, conversando com especialistas e buscando as melhores práticas a serem implementadas no negócio.

Identifique as oportunidades

Também é indicado que haja a identificação de oportunidades antes de iniciar o empreendedorismo na piscicultura. Afinal, todo negócio precisa ser sustentável, certo?

Uma empresa sustentável financeiramente é aquela que consegue proporcionar o crescimento como um todo. Ou seja, não é um empreendimento que vende muito, mas sim uma empresa que vende e tem condições de sobreviver a longo prazo.

Sendo assim, você tem a oportunidade de identificar o que ainda não é oferecido na região de atuação, quais são os locais onde a piscicultura ainda não é potencialmente atendida da forma como deveria, entre outros tópicos para que o empreendimento deslanche e consiga atingir resultados atrativos.

Elabore um plano de negócios

Para investir em empreendedorismo na piscicultura, é preciso ter um plano de negócios bem estruturado. Para isso, algumas dicas são recomendadas:

  • faça uma análise do mercado e das suas necessidades;
  • busque informações em fontes confiáveis, de modo que você possa estruturar seu plano de negócios de acordo com as possibilidades da área onde vai implementá-la;
  • certifique-se das tendências do setor e de quais delas de fato podem ser implementadas em seu empreendimento;
  • revise o plano de negócios e, depois da implementação, revisite-o e faça alterações sempre que necessário, para que a sua empresa seja continuamente sustentável.

Caso o plano de negócios seja muito complexo para a implementação, recomendamos que faça a estruturação do modelo de negócios, optando por uma versão simplificada.

Nesse documento, o empreendedor terá a oportunidade de trazer detalhes sobre a empresa, de modo que explique como é o funcionamento da operação, como será a organização financeira e quais serão os ciclos de trabalho implementados.

Entenda sobre a legislação

Outro ponto muito importante relacionado ao investimento na piscicultura está voltado à legislação da área. A Lei 1283/50, por exemplo, é aquela que rege o controle de qualidade dos produtos vindos da aquicultura. Quem realiza a sua fiscalização é o Ministério da Agricultura, aplicando as devidas penalidades para empresas e produtores que não seguem as normas.

O mecanismo de controle utilizado pelas entidades é o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal — também conhecido como DIPOA. Além dele, existem outros órgãos que também realizam a inspeção, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), bem como o Ministério da Saúde.

Entre os tópicos que fazem parte do controle do IBAMA e que merecem atenção, destacamos especialmente:

  • os produtos químicos e farmacêuticos utilizados na piscicultura, seja na alimentação ou na aplicação na água;
  • o controle sobre a diferença existente entre os peixes cultivados e os pescados em espaços naturais, desde que haja finalidade de comercialização da espécie;
  • a modificação e revisão contínua de taxas das licenças exigidas ao produtor, aplicando multas sempre que houver o uso irregular das águas públicas.

Deve-se ressaltar, ainda, que a legislação varia entre estados do país, bem como as licenças necessárias. Portanto, entenda quais são as particularidades de sua região e se há necessidade de adaptações voltadas especialmente para o município.

Busque sempre se qualificar

Outro ponto importante para o empreendedorismo na piscicultura é a necessidade de sempre se qualificar. Porém, quando mencionamos a capacitação, não estamos nos referindo apenas na área.

É preciso buscar no mercado treinamentos e cursos voltados para a administração financeira, sobre boas práticas de marketing e o modo como o atendimento é mais reconhecido pelo público, entre outros.

Esse tipo de estratégia contribuirá para que você ofereça um produto de qualidade e ainda consiga atrair o público e garantir que as pessoas estejam satisfeitas com o fornecedor contratado — no caso, a sua empresa.

Escolha bem os seus fornecedores

Por falar em fornecedores, esse é um ponto fundamental para o sucesso do empreendedorismo na piscicultura. Ter um bom relacionamento com essas marcas, inclusive, pode garantir o sucesso do seu negócio, uma vez que oferecerá continuamente produtos de qualidade e preços mais atrativos, ao mesmo tempo em que as condições de pagamento também são acessíveis.

Deve-se levar em consideração o fato de que um bom relacionamento e gestão possibilitará que os prazos de entrega sempre sejam cumpridos, reduzindo os riscos de você não cumprir com alguma obrigação firmada com os seus clientes.

Com o objetivo de buscar fornecedores que sejam de confiança e tenham credibilidade no mercado, algumas sugestões:

  • nos benchmarkings realizados, identifique quais são as empresas mais recomendadas pelos empreendedores que já estão no mercado a mais tempo;
  • peça indicações a escritórios públicos, como o Ministério da Pesca e também a EMATER (Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural);
  • veja se a associação de criadores de sua região tem alguma indicação.

Utilize equipamentos adequados

Por fim, para que a sua empresa possa crescer e se desenvolver, indicamos que haja a escolha dos equipamentos adequados para iniciar esse projeto.

Essa preocupação deve se iniciar desde o momento da escolha do viveiro, uma vez que há:

  • Viveiros de derivação — reservatórios construídos em terrenos nos quais há declives, normalmente revestidos por lonas de PVC para evitar infiltrações. São destinados para a formação de casal (ou seja, especialmente voltados para a procriação dos peixes);
  • Tanque de lona de PVC — Para aqueles que buscam o máximo de facilidade na despesca, os modelos de lona de PVC são ideais. Por serem mais práticos, o processo de higienização fica mais simples, contribui para a economia de água, e a segurança na produção aumenta, devido ao seu revestimento de PVC.
  • Tanque – Rede — Para proteger as espécies de ataques de predadores, os modelos de tanque para piscicultura em rede são os mais adequados. Os tipos fabricados em telas de arames, ficam submersos na água e não deixam possíveis predadores se aproximarem e evitam a fuga dos peixes cultivados internamente.

É importante que o seu empreendimento esteja bem estruturado, para comportar toda a sua criação e possibilitar que haja o cultivo de espécies com muita qualidade. Quando isso ocorre, o seu público vai perceber a qualidade do produto, o que garantirá a fidelização e o fechamento de novos negócios.

Neste conteúdo, tivemos a oportunidade de saber um pouco mais sobre o empreendedorismo na piscicultura, além de conferir dicas sobre como fazer sua empresa crescer e como é possível investir de forma mais efetiva.

Independentemente de qual seja a área em que você vai aplicar nossas dicas, é importante estudar o mercado, conhecer os melhores fornecedores e garantir que a espécie a ser cultivada se adapta bem à região.

Por falar em fornecedores, para conhecer produtos de qualidade, acesse o site da Loja Sansuy e confira as opções!

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