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Como a falta de condição das estradas atrapalha o trabalho do setor de transporte e do caminhoneiro

Modificado em: junho 6, 2024

O transporte de cargas nas estradas do Brasil enfrenta uma série de desafios, que podem influenciar significativamente o trabalho dos caminhoneiros. Um exemplo é a condição das estradas, a falta de conservação e manutenção, prejudica o serviço e pode trazer altos custos para os profissionais. A infraestrutura em determinados trechos apresenta péssimas condições, resultado, principalmente, do excesso de peso dos veículos, de falhas e da má qualidade do asfalto.

Acompanhe o artigo e entenda como a falta de condição das estradas brasileiras atrapalha o trabalho do setor de transporte e dos caminhoneiros. Boa leitura!

Qual é a importância de entender a condição das estradas brasileiras?

Hoje, a malha rodoviária é a mais usada para serviços específicos de transporte no país. No entanto, a condição das estradas sofre com o baixo investimento e com poucas opções de conservação. 

Isso porque boa parte das rodovias brasileiras é caracterizada como regular, ruim ou péssima. De acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), nos últimos anos, foram registrados mais de 1,4 milhão de acidentes nas rodovias federais do país, oferecendo graves riscos à segurança dos motoristas.

Compreender os problemas na condição das estradas brasileiras é fundamental, já que isso impacta diretamente no trabalho do setor de transporte e logística. Quem tem caminhão, por exemplo, precisa estar atento para que a carga seja entregue dentro do prazo, sem avarias e de forma segura.

Esses fatores influenciam, por exemplo, no tempo necessário para as entregas e nos danos causados nas cargas, principalmente devido a acidentes de trânsito. Ou seja, saber como está a infraestrutura das estradas é essencial para fazer um serviço de qualidade e no tempo adequado, assegurando a integridade das mercadorias.

A logística das rodovias brasileiras pode ser extremamente problemática, uma vez que os investimentos públicos são escassos e os prejuízos, geralmente, são repassados às transportadoras. Nesse caso, as empresas têm a obrigação de arcar com os custos elevados, justamente pela baixa qualidade da atual malha federal.

A tecnologia auxilia a contornar muitos problemas que se apresentam no dia a dia do transporte. Por meio de algumas ferramentas, por exemplo, é possível traçar melhores trajetos para o condutor enfrentar menos estradas em condições ruins e fazer o monitoramento das cargas, garantindo a efetividade nas entregas.

Quais são as melhores e piores estradas do Brasil?

Você, caminhoneiro, sente na pele o impacto das estradas no percurso. Nem sempre o asfalto está em condições plenas de rodar, e isso provoca atrasos e diversas dores de cabeças — que poderiam ser evitadas. 

Antes de qualquer coisa, podemos comentar que, segundo a pesquisa rodoviária de 2014 da Confederação Nacional de Transportes (CNT), as rodovias concedidas à iniciativa privada têm uma avaliação superior em comparação às administradas pelo poder público.

A pesquisa avaliou um total de 98.475 quilômetros de rodovias, sendo que 19,3% estão concedidos. Quanto ao pavimento, 79,5% da malha em gestão privada tem condição ótima ou boa, enquanto, nas rodovias públicas, a avaliação positiva atinge apenas 43,1%.

Agora, vamos discutir as melhores estradas e as piores, também, para você percorrer com o seu caminhão. Acompanhe e descubra o ranking!

As 10 melhores estradas do país

A partir da pesquisa, foram notadas que 9 estradas, de 10 presentes do ranking, estão dentro do estado de São Paulo. A única que sai fora do estado paulista é a São Paulo-Uberaba, em Minas Geria. Confira agora o ranking completo: 

  • São Paulo (SP) – Limeira (SP);
  • São Paulo (SP) – Uberaba (MG);
  • Campinas (SP) – Jacareí (SP);
  • São Paulo (SP) – Itaí (SP) – Espírito Santo do Turbo (SP);
  • São Paulo (SP) – Taubaté;
  • Bauru (SP) – Itirapina (SP);
  • Engenheiro Miller (SP) – Jupiá (SP);
  • Limeira (SP) – São José do Rio Preto (SP);
  • Ribeirão Preto (SP) – Borborema (SP);
  • Rio Claro (SP) – Itapetininga (SP).

As 10 piores estradas do país

Saindo de estradas lisas e boas de rodar, vamos às buraqueiras que encontramos no caminho. Agora, podemos analisar o ranking das 10 piores estradas no Brasil. O Sudeste também marca presença nessa lista, mas o Sul, Norte e o Nordeste se fazem muito mais presentes em termos de estradas péssimas para os caminhoneiros e outros motoristas. Veja:

  • Natividade (TO) – Barreiras (BA);
  • Belém (PA) – Guaraí (TO);
  • Marabá (PA) – Dom Eliseu (PA);
  • Barracão (PR) – Cascavel (PR);
  • São Vicente do Sul (RS) – Santana do Livramento (RS);
  • Jataí (GO) – Piranhas (GO);
  • Alta Floresta (MT) – Cuiabá (MT);
  • Maceió (AL) – Paulo Afonso (BA);
  • Brasília (DF) – Palmas (TO) ;
  • Uberaba (MG) – Barretos (SP).

Como a infraestrutura das estradas influencia o trabalho do caminhoneiro?

As péssimas condições das estradas no Brasil podem gerar diversos problemas e prejuízos aos caminhoneiros. O principal deles é em relação à segurança durante o transporte, já que as possibilidades de roubos e assaltos é uma realidade presente no dia a dia dos profissionais. 

Outro impacto é sentido no bolso, justamente por conta das estradas serem mal conservadas. Os riscos de acidentes e danos ao veículo são imensos, uma vez que a precariedade das estradas oferece sinalização ineficaz, trajetos mal planejados e falhas na pavimentação.

Tudo isso contribui para que os custos relacionados à logística sejam mais altos do que o planejado. Além disso, a constante alta dos combustíveis e dos valores de pedágio dificultam o lucro de quem trabalha com o transporte de carga. Para garantir melhores condições, é fundamental que o governo realize investimentos e mantenha a fiscalização nas vias. 

A melhoria da infraestrutura das rodovias brasileiras pode ser feita com diversas tecnologias, por exemplo, o que pode beneficiar significativamente o setor logístico. Até porque o país ainda depende muito da malha rodoviária para a entrega de mercadorias de todos os tipos. 

Com um mínimo de priorização e boa vontade, especialmente por parte do governo, as rodovias podem ser facilmente aperfeiçoadas. Confira, a seguir, mais informações de como as condições ruins das estradas no Brasil afetam a vida dos profissionais.

Manutenção

O custo com manutenção é um dos principais prejuízos que os caminhoneiros têm diante de estradas esburacadas e mal sinalizadas. Além disso, para evitar alguns trechos, muitos profissionais preferem pegar rotas alternativas, o que acaba impactando diretamente a quantidade de combustível gasta.

Esse fator pode ser até mais prejudicial, uma vez que o custo dos pedágios é, muitas vezes, maior que o valor investido para se desviar dos trechos. No entanto, não é possível calcular exatamente quanto se gasta com a quebra do veículo, com o tempo extra dos percursos e com os gastos de diesel.

Segurança

Os desvios, muitas vezes necessários, são mais propensos às ações de pessoas mal-intencionadas. A condição das estradas coloca em risco não apenas a carga, mas também a vida do profissional. O ideal é que os caminhoneiros sempre deem preferência a vias bem sinalizadas e movimentadas, com barreiras policiais e sem tantos trechos que exigem desvios ou reduções bruscas de velocidade.

Contudo, não é novidade que o Brasil é um país marcado pela violência e que, ainda hoje, contamos com algumas cidades com os piores índices de criminalidade de todo o mundo. Para isso, boa parte dos profissionais depende de apólices de seguro para ter garantias, caso ocorram perdas materiais, quebras, acidentes ou qualquer outro tipo de sinistro.

Apoio ao condutor

Outra dificuldade é em relação ao apoio dos condutores dos veículos, que nem sempre podem contar com assistência mecânica e policial em grande parte das rodovias. Por outro lado, as estradas deveriam ter paradas adequadas e suficientes para os caminhoneiros, além de banheiros equipados, área para refeição e um local seguro para a guarda dos caminhões.

Ou seja, fica a cargo do condutor precaver-se dos possíveis riscos. Com um bom planejamento do itinerário, o motorista precisa preocupar-se com o tempo de jornada e os locais próprios de descanso. Até porque uma longa e ininterrupta jornada de trabalho pode significar o aumento considerável de acidentes.

Como manter a segurança mesmo em estradas ruins?

Manter a segurança ao dirigir em estradas ruins é uma preocupação importantíssima, especialmente para os caminhoneiros que enfrentam diariamente os desafios das baixas condições em rodovias brasileiras. Preparamos algumas dicas para que você chegue bem em casa depois do trabalho. Acompanhe!

Faça manutenções preventivas

O seu caminhão precisa funcionar muito bem para pegar as estradas da vida, por isso invista em manutenções preventivas no veículo. Verificar pneus, freios, luzes e a condição geral do veículo é indispensável para garantir seu bom funcionamento.

Vá com calma

Adaptar a velocidade ao estado da estrada é uma medida prática para a segurança. Em trechos conhecidos pelos buracos e outras más condições, reduzir a velocidade proporciona um tempo de reação adequado a obstáculos. Além disso, manter uma velocidade moderada contribui para a estabilidade do veículo, evitando perigos desnecessários.

Use o cinto de segurança

O uso do cinto de segurança é uma regra básica, mas fundamental, independentemente das condições da estrada. Em caso de colisões ou acidentes, o cinto é uma proteção essencial. 

Pratique a condução defensiva

A condução defensiva desempenha um papel significativo na segurança. Antecipar possíveis perigos e adotar uma postura proativa para evitá-los é essencial. Outra boa dica é a utilização adequada dos espelhos. Monitorar constantemente o tráfego ao redor e as condições da estrada por meio dos espelhos é vital para a segurança.

Para garantir mais segurança diante da precariedade da condição das estradas brasileiras, é fundamental que o motorista planeje bem o seu itinerário, para ter uma viagem mais tranquila. Como boa parte das rodovias não tem a infraestrutura adequada, os caminhoneiros precisam tomar providências por si mesmos, para não terem o seu trabalho prejudicado.

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