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Sustentabilidade

O que você precisa saber sobre bioenergia nos ambientes agrícolas

vinibiodigestor

Os diversos alarmes sobre a situação do planeta não surgem por acaso. Hoje em dia, a consciência ecológica vem finalmente recebendo o tratamento adequado, e os produtores do campo devem tratá-la como uma das prioridades. Diante desse cenário, a bioenergia ganha força no setor.

Por ser proveniente da matéria orgânica de origem tanto animal quanto vegetal, a bioenergia representa uma ótima alternativa para as fontes convencionais de energia. A partir da redução do impacto ao meio ambiente, ela garante eficiência nos processos agrícolas e ainda permite a economia de despesas.

Ao longo do post, trazemos algumas as informações úteis a respeito do conceito de bioenergia. Se quer saber de que maneira implantar essa opção, continue conosco e confira o conteúdo valioso a seguir!

O que é bioenergia?

Conforme você observou acima no post, o termo bioenergia faz referência a um tipo de energia gerada pela biomassa. Portanto, sua aplicação serve para gerar eletricidade e calor ou para cumprir o mesmo papel das fontes mais comuns e tradicionais de combustíveis.

A bioenergia é uma excelente opção para substituir as fontes que vigoram na matriz energética global. Mesmo que a agricultura foque sobretudo na produção de insumos alimentícios, a gama de serviços da prática continua sendo muito grande e relevante, demandando o desenvolvimento de novas alternativas.

Hoje em dia, a agricultura está envolvida inclusive no fornecimento de matérias-primas ao ramo de manufatura, por exemplo. É um cenário em que a bioenergia se faz necessária por ser acessível, ecologicamente correta e barata. O consumidor consciente, aliás, tende a dar cada vez mais relevância a esse aspecto ligado à preservação do planeta.

Fontes de energia oriundas da exploração de petróleo são finitas, o que cria uma séria preocupação a longo prazo. Já quando se fala de bioenergia, outro aspecto primordial reside nesse elemento: a possibilidade de extrair energia de recursos renováveis naturalmente.

Quais são as fontes de bioenergia?

Agora que entendemos o conceito, é essencial identificar as principais fontes de bioenergia. Todas elas têm origem em matérias-primas renováveis:

  • dejetos orgânicos, como lixo orgânico e serragem;
  • madeira;
  • produtos de origem agrícola, entre eles milho e cereais;
  • bagaço de cana-de-açúcar;
  • frutas e vegetais.

Existe, ainda, uma nova separação das fontes em outras quatro categorias. Confira na sequência:

  • culturas — itens de origem agrícola que são cultivados para gerar energia;
  • resíduos agrícolas e florestais — insumos gerados ao longo da colheita e do corte de árvores (resíduos de madeira e palha são os melhores exemplos);
  • subprodutos orgânicos — itens orgânicos originados da agropecuária e do processamento da madeira;
  • resíduos orgânicos — produtos domésticos e industriais, além de resíduos de produção alimentar.

Como a bioenergia se diferencia da biomassa?

No mercado agro, bioenergia e biomassa são dois conceitos em alta atualmente. Como já mencionamos no primeiro termo, vale ressaltar a definição do segundo: biomassa é a matéria orgânica em si. Ela cumpre o papel de gerar energia, que por sua vez leva o nome de bioenergia.

Quando recursos renováveis sofrem o processo de decomposição, transformam-se em biomassa, e a partir daí podem ser empregados no desenvolvimento de energias. A biomassa libera gás carbônico, mas sem causar danos à atmosfera, pois o gás serve para que os vegetais realizem a fotossíntese.

Essa característica de impacto reduzido ganha ainda mais força quando se traça uma comparação com os combustíveis fósseis. As grandes refinarias promovem um processo muito menos natural do que aquele relacionado à biomassa. Não por acaso, essa segunda alternativa recebe um protagonismo crescente a nível mundial.

Capaz de emitir muito menos poluentes e de reaproveitar substâncias orgânicas que eram descartadas sem critério no meio ambiente, a bioenergia é certamente um recurso valioso nos dias atuais. Sua matéria-prima, a biomassa, classifica-se segundo os critérios abaixo:

  • biomassa sólida — resíduos oriundos de espaços urbanos que se concentram, sobretudo, em itens florestais e agrícolas;
  • biomassa gasosa — achada facilmente em despejos líquidos que acontecem em processos de produção agropecuária;
  • biomassa líquida — tem origem em culturas energéticas, como a de cana-de-açúcar, e gera biocombustíveis, entre eles biodiesel e etanol.

Os benefícios, trazidos acima, são inúmeros. Porém, existe uma preocupação crescente entre os responsáveis pelo bem-estar do planeta a longo prazo: a associação entre a energia gerada pela biomassa e uma série de problemas ambientais.

O desmatamento, por exemplo, pode tornar inviável a produção agrícola. Afinal de contas, se eliminada, a cobertura vegetal resulta em diversos contratempos naturais, desde o desequilíbrio ecológico até mudanças climáticas, passando ainda por um forte impacto no habitat de muitas espécies de animais.

De que maneira a biomassa gera bioenergia?

Existem dois processos principais: a combustão e a gaseificação. A partir deles, a biomassa vira energia, conforme você observa na sequência, um a um.

Combustão

Trata-se do processo envolvendo a queima direta da biomassa em caldeiras. Ele ocorre sempre em ambientes de temperaturas elevadas, com presença maciça de oxigênio, gerando um vapor a alta pressão que, por sua vez, é aplicado no movimento de turbinas de máquinas que produzem eletricidade.

A combustão figura entre as técnicas mais comuns de utilização da biomassa para criar energia, e sua eficácia gira na casa de 20% a 25%. Ainda há a chamada co-combustão, que inclui a troca de alguns outros combustíveis usados em caldeiras, como o carvão mineral, pela biomassa em si.

O objetivo dessa substituição consiste em diminuir a emissão de substâncias poluentes. É um cenário em que, geralmente, a eficiência sobe, ultrapassando a média de 30%. São números que tornam a co-combustão mais financeiramente viável e atrativa em comparação à combustão da biomassa sozinha.

Gaseificação

Quando aquecido sem a presença de oxigênio, a biomassa passa por um processo de aquecimento e dá origem a um gás inflamável. O produto costuma ser filtrado, com o intuito de eliminar certos componentes químicos residuais.

Chamado de gaseificação, o processo dispensa a exposição a temperaturas elevadas, o que faz com que a biomassa apenas se transforme em biogás. Essa substância, por sua vez, é aplicada como energia mecânica, ativando um gerador, ou em caldeiras, realizando uma queima direta e gerando energia térmica.

A gaseificação, como você acaba de constatar, ainda carrega certa relevância. Prova de sua eficácia é a data de surgimento: o século XIX. Até os anos 1930, a técnica seguia entre as principais a nível mundial, mas a chegada dos derivados de petróleo mudou o cenário. Décadas depois, quando o planeta notou os impactos negativos do petróleo, a gaseificação retomou força.

Para conter a aplicação exagerada de combustíveis fósseis, finitos, danosos e caros, a gaseificação viu sua competitividade subir outra vez, apesar de, à época, ser incipiente no Brasil.

Um dos pontos complicadores do processo é a necessidade de um equipamento que possa gerar gás de qualidade, entregando confiabilidade e segurança, além de alta capacidade de adaptação a várias condições específicas operacionais.

Quais combustíveis são produzidos a partir da bioenergia?

Bastante conhecidos por serem mais econômicos e de quebra menos poluentes, etanol e biodiesel puxam a fila da relevância dos combustíveis oriundos da bioenergia. Mas também existem outras alternativas, conforme você pode ler a seguir.

Milho e madeira, aliás, estão ao lado da cana-de-açúcar quando se fala de fontes desses combustíveis. Veja.

Etanol

O ano era o distante 1975 quando, no Brasil, o Programa Nacional do Álcool delimitou a intensificação da produção de etanol. Desde então, a energia limpa no campo vem sendo favorecida por essa alternativa.

Gerado com base em resíduos de origem agroindustrial, sobretudo milho e cana-de-açúcar, o etanol ganhou força, logo em 1994, representava em média metade do consumo de combustível do nosso país.

Biodiesel

Óleos vegetais formam a base do biodiesel. Esse combustível consiste em uma ótima opção ao emprego do óleo diesel, mas, por outro lado, não é integralmente limpo, pois a sua produção emite alguns poluentes.

Biogás

Caracterizado por um elevado poder calorífico e gasoso, o biogás carrega em sua composição uma alta dose de metano.

Ele é bastante útil quando atua como substituto do gás natural, uma fonte de energia não renovável e, portanto, mais danosa a longo prazo.

Biometano

Formado majoritariamente por metano, segundo o próprio nome deixa bem claro, o biometano resulta da limpeza e da purificação do biogás.

Esse tipo de combustível está ao alcance em estações de tratamento de águas residuais, aterros sanitários e resíduos de atividade pecuária. Apenas no Brasil, estima-se que haja uma produção figurando na casa dos 30 milhões de metros cúbicos de biometano a cada dia.

Qual é o cenário da bioenergia no Brasil?

Os resíduos aplicados no processo da geração de bioenergia podem ser úteis em esferas que vão além da energética. Diante desse cenário, o Brasil ainda apresenta uma porcentagem muito alta da produção de bioenergia em insumos de caráter primário, como o bagaço da cana-de-açúcar e a madeira.

Mesmo assim, em dezembro de 2019 foi registrado um recorde da produção de etanol no país. É um cenário no qual a biomassa carrega um papel de protagonista, ficando atrás somente das usinas hidrelétricas no que diz respeito à geração de energia. Isso indica, ao menos, que o país tem investido, também, fora dos combustíveis.

Atualmente, um número aproximado de 43% da energia gerada em território brasileiro é oriundo de fontes renováveis. A biomassa perde só para a água quando o assunto aborda a produção de eletricidade no nosso país. A cana-de-açúcar atende por cerca de 17% da matriz energética nacional — o total da bioenergia é, em média, 30%.

Com relação às distinções por região, o Sudeste leva vantagem na lista das zonas de maior potencial de geração energética usando a biomassa — destaque para o estado de São Paulo.

Quais são as vantagens para ambientes agrícolas?

Um dos principais benefícios de investir na bioenergia, especialmente em ambientes agrícolas, diz respeito à possibilidade de não depender mais de outras fontes — caras e poluentes.

O petróleo e seus derivados representam bons exemplos de alternativas finitas e sujeitas a grandes oscilações de preço, sem falar na concorrência mundial. Mas as vantagens vão além, pois a bioenergia permite algo crucial nos dias de hoje: o crescimento sustentável.

Esse conceito, que você já deve ter ouvido bastante, consiste em garantir um desenvolvimento capaz de atender as demandas atuais sem colocar em risco as demandas futuras. Ou seja, baseia-se na adoção de medidas responsáveis com pensamento a longo prazo.

Quando se fala em geração de energia, é essencial colocar o futuro em jogo. Afinal de contas, fontes tradicionais, como o próprio petróleo, exigem elevadas despesas de exploração e distribuição. O mais importante: no que dia em que acabarem, como ficam todos os seus dependentes?

A partir da utilização da biomassa como fonte de energia, gerando o termo bioenergia, conforme já observamos, o mercado agro e todas as indústrias envolvidas asseguram um crescimento sustentável. O planeta agradece, sobretudo em um cenário, por exemplo, de crescente controle de poluição por agrotóxicos.

Como se não bastasse, as fontes alternativas de energia cumprem papel diferencial para descentralizar recursos financeiros e vagas de emprego. A exploração de uma bacia de petróleo impacta diretamente apenas determinados pólos geográficos, ao contrário do processo de uso da biomassa, que democratiza o desenvolvimento econômico.

Se existem oportunidades para a produção de bioenergia por meio de insumos orgânicos, existe potencial para evolução financeira sustentável. A consequência é muito positiva, pois vários municípios do interior tiram vantagem dessas possibilidades para crescer financeira e tecnologicamente a partir dos trabalhos envolvendo a biomassa.

Todo esse ecossistema, no fim das contas, melhora o nível financeiro dos envolvidos, gerando empregos, aumentando a renda média da população e permitindo o desenvolvimento social. Na sequência, então, confira algumas das vantagens da bioenergia em ambientes agrícolas:

  • baixo índice de poluição, por conta da emissão reduzida de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera;
  • geração de energia e calor, atuando no lugar de combustíveis fósseis extremamente poluentes, como gás natural e carvão;
  • prevenção de incêndios em florestas a partir da promoção da valorização econômica das áreas florestais;
  • aumento do cultivo de árvores, devido ao comércio sustentável de itens oriundos da madeira, o que produz mais oxigênio;
  • armazenamento de carbono ao longo de anos, quando a biomassa tem relação com a madeira;
  • produção de pellets, produto feito de restos de folhas, serradura e lascas de madeira, que substitui o carvão;
  • ausência de qualquer tipo de colaboração para o efeito estufa;
  • possibilidade de reaproveitar vários recursos etc.

Existe diferença entre os custos da energia tradicional e bioenergia?

Em 2005, um estudo do Instituto de Pesquisa de Energia Elétrica dos EUA (EPRI, na sigla em inglês) apontava que o custo da geração de biomassa florestal deveria cair para 15 dólares por toneladas cinco anos mais tarde, em 2010. Antes, em 1990, o montante ficava na casa dos 25 dólares por tonelada.

A queda do preço está diretamente conectada ao desenvolvimento de novos subsídios para a produção da energia. Diversas tecnologias de conversão da biomassa em energia foram criadas, o que facilitou processos, democratizou o acesso à bioenergia e diminuiu o montante necessário para esse investimento.

Esse processo de descentralização das fontes de energia não acontece da noite para o dia, é claro. Tanto que uma parcela considerável dos recursos tecnológicos de geração de energia oriunda da biomassa nem sequer atingiu o patamar em que o mercado consegue, por conta própria, tornar possível essa implementação.

Existem, nesse cenário, tabus culturais. Inúmeros segmentos do mercado, atualmente, ignoram as despesas sociais e ambientais da aplicação de combustíveis fósseis, além dos riscos que ele carrega. Degradação do meio ambiente e custos desnecessários que viram obrigatórios com saúde, por exemplo, são de difícil cálculo.

Em outra direção, a bioenergia apresenta gasto externo bastante baixo, mas traz muitos impactos positivos. Entre esses benefícios, aparecem:

  • a queda dos índices de emissão de enxofre (SO2) e dióxido de carbono (CO2);
  • a geração de novas vagas de emprego;
  • a regeneração de espaços rurais;
  • a economia de divisas etc.

A diferença do investimento para gerar energia em propriedades rurais, deixando de lado o fator da preservação dos recursos naturais, também depende de políticas públicas. Algumas nações europeias, como Noruega e Suécia, elaboraram taxas relacionadas à emissão de SO2 e CO2, por exemplo.

A igualdade econômica e de tributos entre combustíveis fósseis e a biomassa cumpre papel fundamental para que empresas e produtores consigam avaliar melhor a alternativa ideal. Se as tecnologias receberem novos aperfeiçoamentos, a tendência é de mais reduções nos processos da bioenergia, ampliando seu acesso.

Como a bioenergia tem sido usada?

Ao mesmo tempo em que o tema envolvendo as fontes de energia é delicado por conta das consequências sofridas pelo planeta, esse contexto também apresenta uma série de oportunidades valiosas.

A bioenergia, por exemplo, possibilitou a inovação em diversos setores da produção agrícola. Determinada a desenvolver soluções úteis para o mercado agrícola há mais de 54 anos, a Sansuy criou um dos produtos mais impactantes para reaproveitar os recursos orgânicos que, antes, seriam descartados: o Viniiodigestor .

Capaz de entregar bastante eficiência e acessibilidade, sempre com o intuito de tornar viável o tratamento de efluentes produzidos na propriedade rural, o Vinibiodigestor dá a todos os insumos um destino estratégico e, acima de tudo, 100% sustentável. Trata-se, portanto, de uma demonstração ideal de como a bioenergia pode ser usada hoje em dia.

Elaborado inicialmente pensando na cultura de bovinos e suínos, o item se mostrou excelente em outros cenários, à procura do reúso de todas as matérias orgânicas. O Vinibiodigestor opera sempre da mesma maneira: a partir de uma estrutura em retângulo e com cabeceiras opostas, acontecem entradas e saídas de efluentes.

No restante da estrutura, fica o fluxo do efluente e o local para armazenar o biogás oriundo do processo. Falando de bioenergia, o Biodigestor da Sansuy assegura eficácia e o máximo proveito de tudo que teve origem na produção agrícola, permitindo a continuidade dos processos gastando menos e reaproveitando mais.

E os aspectos positivos vão além: em produções como a suinocultura, a bioenergia também é bastante usada no Brasil. Prova disso é que, segundo pesquisa Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), caso o país aplicasse integralmente na geração de biogás os resíduos oriundos da criação de suínos, atingiria números muito significativos.

Seriam quase três bilhões de metros cúbicos por ano de biometano, o combustível que tem origem na purificação do biogás e é capaz de desempenhar a função do diesel, mas de maneira mais sustentável. De quebra, haveria uma produção de quase 10 mil GWh (Gigawatt-hora) anualmente, o suficiente para abastecer milhões de casas a cada mês.

O impacto seria notado na redução clara do consumo de diesel: estima-se uma queda de mais de dois bilhões de litros desse combustível. Como outra consequência vantajosa para o planeta, a diminuição de aplicação do diesel, de acordo com previsões, resultaria em cerca de 96% menos emissões de gases de efeito estufa.

Conforme fica claro, a agricultura e a pecuária podem tirar um enorme proveito da bioenergia. Um aparelho como o Vinibiodigestor da Sansuy, listado acima, garante capacidade de estocar milhares de metros cúbicos de biogás, recebendo abastecimento de efluentes e insumos orgânicos, caso, inclusive, da própria gordura dos animais.

A média de produção diária de fontes rentáveis de energia depende da matéria-prima usada, mas, em geral, atinge quantidades suficientes para protagonizar a geração de energia de toda a propriedade. Atividades distintas, como secagem de insumos e aquecimento de água, também estão ao alcance com o investimento na biomassadi.

Por fim, vale ressaltar que o biometano, em especial, consegue até mesmo servir como combustível para tratores, caminhonetes e empilhadeiras, ou seja, máquinas essenciais para as operações rurais.

Chegando ao fim do conteúdo, você certamente compreendeu a série de impactos positivos proporcionados pela bioenergia. Trata-se, afinal de contas, de uma alternativa sustentável, renovável e com excelente custo-benefício, permitindo que o ambiente agrícola se torne um lugar cada vez mais produtivo e rentável.

Todos os processos de produção, desde os preparativos da terra até a alimentação de animais, passando pelo armazenamento de resíduos orgânicos, ganham um acréscimo de eficiência. Isso porque o uso de matéria natural como fonte de energia já deixou de ser o futuro: também é o presente — e quem se adequar mais rápido sairá na frente.

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